quinta-feira, 23 de março de 2017

Nova derrota e velha história

  Mais uma vez a derrota veio fora de casa. Essa pode por na conta do técnico Estevam Soares. Substituições pra lá de erradas. Agora é torcer contra o rebaixamento.
  Na tarde dessa quinta - feira, na rua Javari, viu - se uma Portuguesa desfocada. Ao contrário do último jogo, os jogadores estavam perdidos, e por isso, logo no primeiro minuto, o Juventus abriu o placar. Bola perdida pelo lateral Amaral, acabou cuminando no 1 a 0. Depois do gol, ainda havia muitos erros de passe por ruindade e distração. A marcação não ia ao combate, apenas cercava. A partir dos 15 minutos, a Lusa começou a reagir, mas sem chutar ao gol. Com bolas na área e escanteios, a pressão foi iniciada. Até que Leandro Domingues empatou, após pegar a sobra. Ainda o autor do empate bateu uma falta, que foi muito bem defendida pelo goleiro.
  Segundo tempo começou morno, mas o time da casa tratou de mudar isso. Foi ao ataque, com jogadas trabalhadas e boa troca de passes, algo bem diferente do time do Canindé. Quando era preciso, Luizinho e Bustos não correspondiam. Muito ruins, principalmente o argentino. Sobre a qualidade técnica, já sabemos a situação, porém o Estevam tratou de piorar com sua mudanças. Colocou Ricco no lugar de Bruno Silva, mudança aceitável. Entretanto, na segunda alteração, deu a vitória ao adversário. Tirou o zagueiro Basualdo e pôs Tárik, e recuou o Sandro Silva, que não serve para a zaga. Não deu outra, logo após a substituição saiu o gol do mandante. Sem reação, mesmo com a entrada do Adilson, o terceiro aconteceu, nas costas do lateral. Etapa final para ser esquecida. 3 a 1 e fora o olé.
  Sem chances reais de classificação, resta escapar do descenso e aproveitar para separar os que ficam até a série D. Não​ vejo o atual técnico ruim. Errou feio, mas tem chance de melhorar a equipe. Por parte dos jogadores, acredito que treinam sem a redonda. É muita displicência para os chamados "profissionais". O coletivo é o único jeito de salvar esse time. A parte individual é horrorosa, salva - se Leandro Domingues. É difícil, mas vamos continuar torcendo.

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