domingo, 5 de novembro de 2017

Fim da linha


  Poderia ser uma boa tarde de sábado com uma bela vitória dedicada aos quase 4 mil presentes. Em campo a resposta não foi condizente com a necessidade do clube. O Adeus está perto.

  A sobrevivência do clube sendo disputada em mais fase da Copa Paulista. Esperava - se jogadores com "sangue nos olhos", prontos para conseguir a vitória.

sábado, 28 de outubro de 2017

Tudo é mais difícil

  Tudo indicava um classificação sem grandes perigos para qualquer time, mas a Portuguesa trata de colocar emoção no confronto.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Tem que continuar

  Neste sábado a Portuguesa entra em campo no jogo de volta da Copa Paulista. A vantagem do placar da primeira partida dá grande segurança para a classificação à próxima fase.

domingo, 15 de outubro de 2017

Morrinho artilheiro

  Oremos, oremos e oremos!


Reprodução Facebook Portuguesa

   No maior sufoco a classificação foi conquistada. Esse clube não pode morrer. Em uma manhã fria de domingo, os bravos e fiéis torcedores mostraram que o coração ainda pulsa. É um desrespeito não conquistar a Copa Paulista.
  O golaço do Romarinho surpreendeu o goleiro e todos que estavam no Canindé. Uma virada de perna esquerda acertou o ângulo. Vencendo o primeiro tempo, com ainda uma bola na trave, a classificação estava na mão. Porém, na volta do intervalo, o tricolor veio para cima e em 5 minutos empatou a partida. Mais uma vez, a bola atravessou a área e ninguém da Lusa conseguiu cortar. Desânimo total na arquibancada.
  PC Gusmão colocou Fernandinho, Luizinho e Romário RJ. Contando com o morrinho artilheiro, Fernandinho marcou o segundo gol, depois de cortar para dentro e arriscar. A euforia fez "esqueceu" que já tinha tomado cartão amarelo e tirou a camisa. Logo foi expulso. Apesar da desvantagem, os colegas conseguiram o triunfo.

Site Portuguesa

  Agora vem o Desportivo Brasil, time que joga em Itu. Não há o critério do gol fora de casa. Eles tem melhor campanha então decidem em casa a vaga. Boa chance de matar o confronto em casa e segurar fora. A defesa tem que redobrar a atenção. Muito amadorismo os gols e lances dados ao adversário. Mais batalhas e mais vitórias, esperamos.
  
  A Lusa não vai acabar!!!
  







sábado, 14 de outubro de 2017

Sobrevivência ou morte!

  Valendo a vida! 



  Assim deve se tratado o jogo de domingo com o sub-20 do São Paulo. Era assim que as partidas anteriores deveriam ter sido encaradas.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

“Tudo como dantes no quartel de Abrantes”






  Nada mudou! Os vexames continuam, cada vez mais vergonhoso. A Portuguesa não se dá bem no interior de São Paulo. Mais do que isso, ela não consegue construir algo eficaz positivamente. Acredito que somente os torcedores percebem que a competição disputada é a sobrevivência do clube. Não sei, mas concluo que os caras que estão lá dentro querem a morte dessa instituição.
  Assim não dá, o time não consegue evoluir. Coitado de nós, o goleiro Douglas, infelizmente, não passa segurança, e mais uma vez entregou o ouro. Fora essa falha, aconteceu outras, muito evidentes: bola que passa por toda a área e ninguém afasta o perigo; nenhum jogador no rebote para marcação. Indignação maior é o feito de tomar 3 gols nos 25 primeiros minutos de partida. 4 a 0 no final, para massacrar o elenco.
  Uma diretoria que chegou prometendo mudanças e melhoras, só continuou o terror. Não nos esquecemos do 7 a 0 sofrido contra o Comercial em Ribeirão. Ou também dos 5 a 0 contra o Botafogo, também da cidade do chopp, dentro do Canindé. Problemas com jogadores é outro destaque dessa temporada. Enfim Marcelinho Paraíba saiu por baixo rendimento. Ufa! Merecido.
  Analisando a tabela, estamos como na série D. Vitória no primeiro jogo e depois só sofrimento. Pelo menos há dois empates, porém a situação fica feia pois das duas partidas restantes, uma é fora de casa, em Lins. Ainda dá para classificar, entretanto sem nenhum mérito e consistência. Chegamos em Outubro e a Portuguesa, em nenhum momento conseguiu definir um time titular. Foram 4 competições, 38 jogos, praticamente sem objetividade. 
  Guilherme Queiroz disse tudo: "Temos que ter vergonha na cara. Não podemos tomar 4 desse time aqui." Ainda bem que ele sabe disso. Alguém racional, graças a Deus.
  Sem sinais de reação, a Portuguesa morre aos poucos. Não é nada surpreendente, mas doloroso em cada novo capítulo. Parece que o sorriso do torcedor não será mais visto. O amor continua, mas a paixão está se apagando. O presidente não pode se fazer de coitado, chorando as pitangas pela falta de dinheiro e problemas jurídicos. Ele já sabia o que viria, tem que ajudar a resolver e não ajudar a chorar. Que venha o Linense e todo o sofrimento.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

De cair os cabelos

  Torcedor da Portuguesa perde os cabelos depois de tanta raiva que passa com esse time. Era previsível que não seria fácil, mas também não era para ser tão difícil. Parece que uma vitória encadeia em resultados negativos posteriormente. 


  Dois empates em casa é brochante. Não é de hoje que uma possível arrancada acaba em desilusão. Seja em Campeonato Paulista, Brasileiro, seja em qualquer divisão, a Lusa dá essas mancadas. O pior é ver os erros de passes cometidos de forma infantil e amadora. Eles correm, cansam, lutam, mas batem cabeça. Agradecemos ao goleiro do XV que entregou a bola nos pés do Queiroz que sacramentou a igualdade.
  Vamos aguardar a partida em Piracicaba, local onde este ano a Portuguesa quase despencou para a Série A3. Vencer é mais do que necessário, apesar de que a Copa Paulista dá uma colher de chá, pois classificam os 2 melhores terceiros colocados. Só falta não conseguir ficar em terceiro.
  Espero que a diretoria não tenha esquecido da importância desta competição. Já não basta o vexame de ficar fora da fase mata-mata da série D?! A nau lusitana precisa atravessar o Cabo da Boa Esperança e chegar as Índias do futebol e colocar o orgulho no coração da torcida.

domingo, 27 de agosto de 2017

Vitória e a incerteza

  Ufa, acabou! Esse foi o sentimento do torcedor lusitano no fim da partida na Javari. Com uma alta temperatura, gramado ruim e time pior ainda, a Lusa venceu o Juventus pelo placar mínimo.
Não bastasse a escassez de qualidade e confiança, nesta partida, o goleiro Ricardo Berna estava vetado. Para piorar, o retorno será

domingo, 13 de agosto de 2017

A várzea chamada Portuguesa

  Há muito tempo a Portuguesa tem problemas em seu elenco quando joga fora de casa. Até hoje tento saber o motivo que não se consegue mostrar um bom futebol fora do Canindé. Não que em casa seja muito diferente. Seja Copa Paulista, Paulistão, Série A, B, C, D ou o que seja, a forma que se apresenta é a mesma.
  Hoje, contra a Portuguesa Santista

domingo, 23 de julho de 2017

Tudo como sempre

Quase um mês da decepcionante e dolorosa eliminação na primeira fase da série D, e a Lusa vai tentando se reconstruir. Sem tempo para pensar, a reação começou através da Copa Paulista. Um torneio para salvar o que restou de dignidade do clube. Com duas fases de grupo, ainda tem muito chão para andar e somente o título pode levar a Portuguesa de volta ao brasileiro da série D.

Neste último fim de semana, a Lusa, jogando em casa, perdeu de virada para o São Caetano, por 3 a 2. Sempre uma pedra no sapato rubro – verde, o azulão conseguiu virar o jogo depois de ter sofrido a virada. A partida trouxe um pouco da realidade do fraco elenco. Depois de começar bem, tendo 3 vitórias e 1 empate nas primeiras quatro rodadas. Muito dessa campanha é devido os adversários serem do mesmo nível e no elenco do Canindé ter Marcelinho Paraíba. O camisa 10 tem sido o diferencial no resultado final. Já foram 4 gols, fora as assistências. Mas o futebol do restante não é um diferencial para os outros times.

Como sempre, o gol está seguro com Ricardo Berna, com suas boas defesas e liderança. A defesa é insegura, pois entre os zagueiros, apenas Gabriel Santos mostra um bom futebol. Entre os laterais, a dificuldade é extrema na marcação e no apoio ao ataque. No meio, como sempre, os nomes vão mudando e o baixo nível técnico continua. Quem mantém a média um pouco alta é o Paraíba. No ataque, depende – se dos lampejos do Luizinho e do esforço do Bruno Duarte. Mesmo com esses problemas, os resultados apareceram. Por que será que na série D, com times de mesmo nível técnico, isso não aconteceu?


Bom, tínhamos 6 jogos, sendo que 9 pontos resolvia a situação na primeira fase. Ou seja, três vitórias em casa bastavam para avançar de fase. Veja como um simples planejamento poderia ter feito outra história. Chorar o leite derramado não adianta, apenas aprender e não repetir o que já fez. Por enquanto, a liderança do grupo 3 do atual torneio é nossa. Os 10 pontos dão confiança, entretanto há muito o que melhorar.


Há um longo caminho para seguir: restam 9 rodadas para o término desta fase, depois os 4 melhores são divididos em um novo grupo de 4 clubes, juntamente com os outros 4 melhores do grupo 1 e 2. Serão 6 rodadas, ida e volta, com os dois melhores classificando – se para o mata – mata. A fase eliminatória começa nas quartas – de – final, sendo que o campeão decide se irá para a série D 2018 ou a Copa do Brasil. Difícil, mas esperamos que a Portuguesa possa chegar na final em novembro e escolher se reerguer desde já.

domingo, 18 de junho de 2017

Outro espírito em campo

  Para quem precisava apenas vencer para continuar respirando no campeonato, a vitória por 3 a 0 veio para lavar a alma. Além do resultado, a Lusa mostrou outro espírito dentro de campo. A vontade de vencer, jogar, brigar e correr estava com este time durante toda a partida.

sábado, 17 de junho de 2017

Lances de Portuguesa 3x0 Bangu

Melhores momentos de Portuguesa 3x0 Bangu, pela quinta rodada do grupo A13 da série D.

É sempre bom rever os lances de uma grande vitória. 
Imagens: Esporte Interativo


Vitória ou adeus

  Desde 2014 a Portuguesa tem partidas que valem seus gloriosos anos de história. Foram partidas que a vitória era mais que 3 pontos, mas sim o futuro do clube. Infelizmente, em nenhum deles conseguimos o triunfo. Foi rebaixamento atrás de rebaixamento. Agora a situação chegou no ponto final: a Portuguesa pode deixar de disputar uma competição nacional, desaparecendo do mapa brasileiro.
  Neste sábado, contra o Bangu, todos os problemas no elenco, administrativos, atuais e anteriores, deverão ser superados dentro de campo. Uma vitória, ainda não resolve os problemas, entretanto, dá um grande respiro na busca de uma​ sonhada classificação. Sei que o desgosto é enorme, há muitos motivos para isto. Mas está na hora de colocar a camisa rubro - verde e ir ao Canindé. Pode ser a última vez que veremos as cores lusitanas disputando um campeonato brasileiro. É difícil pensar nisto, porém é a realidade atual. Nos 90 minutos, vamos torcer, cantar, apoiar e depois, de acordo com a situação, reclamar, xingar e exigir melhorias. 


  Com toda certeza, quero você grande, ó Portuguesa. Este é um lema a ser seguido. A grandeza não pode morrer. Vamos nos levantar, com honra. Vamos para o Canindé. O torcedor tem que acreditar. Está na hora de cobrar da arquibancada. Digo isso para aqueles que não vão, com seu motivos significativos. E, para aqueles que sempre vão, mais uma vez a arquibancada será o nosso palco.

Vai Lusa!!!

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Por que ainda acreditamos?

  Nada de novidade nesta série D. Jogando mal, a Portuguesa empatou sem gols com o Villa Nova, em um Canindé vazio e gelado. Aliás, gelado é o corpo do defunto que foi velado nesta noite. Foram mais de 90 minutos de sofrimento e amargura. Você aí que é apaixonado por este clube, comece a se contentar, com no máximo, competições estaduais.
  A semana já estava sendo difícil com a derrota melancólica e a não liberação do estádio. Para piorar, o rancha no elenco

quarta-feira, 7 de junho de 2017

2016 x 2017: Nada mudou

  Depois de tantas derrotas, sofrimentos, é hora de analisar os números do que a Portuguesa fez no ano passado e está fazendo neste. Contabilizando todas as competições disputadas, jogos dentro e fora de casa, vamos acompanhar o que a Lusa produziu em 1 ano e meio.

Vamos começar com os resultados gerais de 2016, que contabiliza o Campeonato Paulista Série A2, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro Série C:




  De forma geral, o ano foi péssimo, começando pela desastrosa campanha no Paulista. A simples 13ª colocação, quase derrubou o clube para a terceira divisão do estado.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Gols de Villa Nova 2x1 Portuguesa

Imagens de uma derrota: Villa Nova 2x1 Portuguesa pela terceira rodada da primeira fase da série D.




domingo, 4 de junho de 2017

Falar o que?

  Não há mais xingamentos para dizer sobre a atual situação da Portuguesa. Parecem que os "jogadores" não sabem que a partida era oficial. Tudo bem que até parece um jogo qualquer, pois a série D é bem diferente das outras divisões. Mas nada justifica entrarem em campo e menosprezarem o manto lusitano.
  Estamos no mês de junho, e o presidente Alexandre Barros continua com o discurso que vai melhorar. Tudo o que ele criticava nos microfones, hoje faz no comando do clube. Desde que foi eleito, sabia o que viria pela frente. É um absurdo não montar um time digno para, simplesmente, classificar na primeira fase da série D.
  Ainda tem gente que irá culpar os que criticam. Realmente, estes são os culpados. São eles que montaram o time com 3 volantes, na partida que tinha que vencer. Foram eles que trouxeram 3 técnicos na mesma temporada. Belo planejamento! Cada ano que passa, o time consegue ficar pior. O clube, infelizmente, está acabando. Não há luz no fim do túnel. Amadorismo atrás de amadorismo.
  O presidente tem o dobro da obrigação de conseguir a liberação do público para o jogo de sexta. Esta partida é de fundamental importância. A vitória ainda dará esperança. A derrota pode tirar a Portuguesa da briga pela classificação. Caso esteja liberado, vamos ao Canindé na sexta para tentar evitar que o vermelho, verde e branco não suma do cenário nacional. Se continuar assim, com todo o respeito, a Lusa vai virar um Juventus da vida.

sábado, 3 de junho de 2017

É isso que tem para 2017

  Com uma nova aposta para o comando técnico, a Portuguesa irá enfrentar o Villa Nova em Minas Gerais. Mauro Fernandes assume o cargo com a difícil missão de colocar a equipe nos eixos em pouco tempo. Uma incógnita para ambos os lados, pois o time não passa por um bom momento e o treinador estava fora do mercado há dois anos. 
  O histórico do Mauro mostra acessos em divisões menores e títulos estaduais. Entretanto, o tempo fora das atividades traz uma dúvida se o este é o nome correto para o decorrer da competição. Ele terá pouco tempo para mostrar serviço. Serão 4 jogos decisivos para a classificação para a próxima fase. O seu jogo de estréia já é um divisor de águas, tendo em vista que uma vitória dá uma certa folga e confiança no restante desta primeira fase. 

  O primeiro problema que deverá ser resolvido é o esquema tático. Aliás, não é resolver, é colocar um sistema de jogo, já que o Estavam Soares não colocava nenhum. Se o novo técnico revelou nomes como o meia Wagner e o atacante Fred, vamos ver se aproveita bem Marcelinho Paraíba e Leandro Domingues. Realmente o elenco é fraco, mas um bom técnico consegue tirar o melhor de pouco. Está na hora de alguém tirar o melhor desses atletas como um coletivo, porque no individual parece não dar certo.
  

  Agora, definitivamente, será isto até o fim. Ou vai ou empaca. Não precisa ser um gênio para entender que não existiu planejamento para o mais importante do ano e da história do clube. Sabe - se que a competição iria chegar, o tempo seria curto e a preparação tinha que ser a mais profissional possível. Esqueci, não existe profissionalismo dentro da Portuguesa. Só resta fazer o de sempre: Torcer!



sábado, 27 de maio de 2017

Assim não vai dar

   As coisas se repetem na Portuguesa. Infelizmente, sempre é no lado negativo. Outra derrota fora de casa, sem um mínimo de reação. Enquanto o adversário ataca, o nosso time apenas "tenta". Faz tempo que estão tentando. Nada muda ou evolui. O técnico teve tempo de treinar e melhorar o coletivo. O que aconteceu? Nada. Parece que hoje os atletas não entraram no gramado. Haja paciência!


   Já vi times tecnicamente ruins conseguirem alcançar grandes conquistas. Mas um time sem esquema tático, com ou sem jogadores com boa técnica, não chegam a lugar algum. A derrota para o Bangu foi dolorida. Tomar um gol no primeiro minuto é falta de atenção. Pelas dificuldades, começar atrás no placar é sinônimo de derrota. A intertemporada não serviu de nada. Continuou a mesma coisa do ano passado e do paulista deste ano. Até quando vai continuar assim?!
  O que tem de melhor no elenco da Lusa, morre no oceano de ruindade. Com certeza, deste jeito não vai passar no primeiro mata - mata, se chegar lá. O perigo de cair de forma precoce é grande. Não parece, mas é a verdade. É difícil falar depois do ocorrido, porém, não deu certo o técnico Estevam Soares nesta passagem. Não conseguiu impor um estilo de jogo, muito menos trazer bons resultados. Por outro lado, quem iremos trazer no lugar?! Isto era para ter sido pensado no fim do paulista. Agora vamos ter que sofrer.
   Qual a desculpa que vai ser dada agora? Falta de treino ou tempo? Engraçado, o Bangu, por exemplo, também teve contratações, treinou praticamente o mesmo tempo que o elenco luso, porém, dentro de campo foram bem superiores. Não que o time carioca seja um primor, mas a nossa ruindade dá a chance do pior ser o melhor. Em campo, apenas o Ricardo Berna e o Fernandinho jogaram, os outros estavam apagados, abaixo da média que já é baixa. Obrigado, Berna. Você salvou o gol e o saldo de gols da equipe para o restante da competição.
  O futuro será sombrio. Nada de facilidade ou esperança de vitórias. A obrigação não está sendo feita, nem pela metade. A primeira fase era para ser tirada de letra. A hora de repensar já passou, e a Lusa está ficando para trás. Deste jeito, não vai subir nem com ajuda do juíz.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Passo 2


   Chegou a hora do segundo e importantíssimo jogo da série D. Desta vez, o adversário será o conhecido Bangu. Digo conhecido pelo clube, não pelo elenco. Na estréia, venceu por 3 a 1 o Villa Nova, em Minas Gerais. Um resultado que coloca certo receio, tendo em vista o bom resultado fora de seus domínios. Por outro lado, os segundo e terceiro gol dos cariocas, saíram de cobranças de pênaltis. 

   Primeiramente, é muito triste ver a Portuguesa tendo que se preocupar em uma partida como esta. O clube chegou a beira do fim. Mas devemos viver a realidade, para um dia voltar a grandeza do passado. Neste sábado, além de um triunfo, é importante acompanhar se haverá evolução no coletivo. No primeiro jogo, apesar o bom resultado, não se viu nada de diferente do campeonato paulista. Outro grande desafio em Moça Bonita, palco da próxima partida, será vencer fora do Canindé. Somente duas vitórias em 2017 fora de casa. Um problema que não é só deste ano. Em outras temporadas, o clube sofreu nas competições pela ineficiência longe de São Paulo. Um time que precisa do acesso, tem que impor respeito dentro e fora do seu estádio.

   A esperança que os atacantes desencantem é grande. Adilson e Luizinho precisam ir às redes. Marcelinho Paraíba e Leandro Domingues irão ajudar e muito. Nas bolas paradas o adversário vai ter grande dor de cabeça. Há muito tempo a Lusa não tinha bons cobradores de falta e escanteios, agora tem dois. O sistema defensivo parece se acertar aos poucos. Só falta o Amaral, lateral - direito, subir mais ao ataque.  

   A partida torna-se decisiva, já que os dois times estão com 3 pontos, e uma vitória significa a liderança isolada e encaminhamento para a classificação. Para a Lusa, o resultado positivo significa aumentar o grau de confiança entre os atletas e torcedores. Não podemos negar que um empate, em termos de classificação é resultado expressivo. Tomara que a parte física não atrapalhe, pois o jogo começará as 15:00 horas. Que a Santa Portuguesa nos ajude e dê forças para mais vitória.

Vai Lusa!!!









domingo, 21 de maio de 2017

Tudo igual

  Suado, ou melhor, molhado. Foi assim a estréia da Portuguesa na série D. Com apenas 674 torcedores, a busca pelo acesso começou embaixo de muita chuva. A situação já não era atrativa ao público, e a chuva atrapalhou aqueles poucos que criaram coragem para ir ao Canindé.
  Dentro de campo, vimos a estréia de Marcelinho Paraíba e Gabriel Santos. Estas foram as únicas novidades no gramado, pois o esquema tático continuou o mesmo e a falta de toque de bola atrapalhou o lado rubro verde como sempre. Entra e sai campeonato, o time não tem a capacidade de trocar passes, criar jogadas. A Desportiva Ferroviária, também com suas limitações, mostrou que pratica o toque de bola.
  Por não conseguir tocar a bola, a Lusa encontra nos chutões e cruzamentos, o caminho para chegar ao gol. Percebam, todo chutão é para o Adilson. Nessa "jogada", sempre o zagueiro ganha no alto e a bola volta para a outra equipe. Resumindo, perdemos a posse de bola. Outro detalhe, o esquema de jogo está voltado para a defesa, então, quando acontece uma roubada de bola, não se consegue o contra - ataque, já que os atacantes estão defendendo e não sabem se posicionar de forma para um possível desarme.
  O técnico Estevam Soares parece que não usou bem o tempo para treinar a equipe. Foram apenas duas peças novas no time, e não vimos nenhuma novidade. Parecia mais uma partida na A2, com um gol e a defesa tomando pressão. Teve momentos que todos os 10 jogadores de linha da Desportiva estavam no campo de ataque. Desta pressão, só se aproveitou apenas uma jogada para puxar um contra - ataque. Há muito o que evoluir. A intertemporada não​ mudou em nada.
  Bom início do Marcelinho Paraíba, dando mais lucidez ao meio campo e ataque, juntamente com o Leandro Domingues. O técnico vai precisar arrumar a posição dos dois, para evitar que fiquem no mesmo espaço todo tempo. A outra estréia foi muito positiva. O zagueiro Gabriel Santos chegou marcando gol, mas o seu papel principal foi bem feito. Mostrou segurança e simplicidade, sem inventar nas jogadas. Provavelmente ganhe a titularidade no decorrer das competição.
  O pior momento da Portuguesa começou com vitória. Porém, a partida inicial, parecia mais um jogo da A2. O time muito recuado, principalmente no segundo tempo, deixou a sensação de insegurança em todos. A alegria dos 3 pontos fica menor quando pensa-se que é só o começo, e há muito o que melhorar. Que venha o Bangu, lá no Rio de Janeiro. A equipe carioca venceu fora, dando mais apreensão aos lusitanos. Vamos ver o que nos espera. Um empate é bom resultado.
Espero eu comemorar o acesso tanto sofrimento!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Tem que subir Lusa



  Se a História entra em campo, acredito que esteja na hora dos bons momentos do passado voltarem a acontecer. A situação atual da Lusa até parece natural pelos péssimos desempenhos dos últimos anos. Só quem vive e conhece o clube, sabe o declínio ocorrido em uma linda e antiga trajetória de quase 97 anos.
  Os descensos, derrotas vexatórias e péssimas​ administrações são uma rotina dentro da Portuguesa. O torcedor apaixonado vive tão carente de situações positivas, que deixa - se levar pelas palavras ditas e atitudes não feitas. Presidente, diretor e companhia, chegam aos microfones e dizem muito e pouco está sendo mudado.
  Não vamos entrar na discussão se o time tem a obrigação ou não do acesso. Se um dia alguém falou, pensou algo diferente, pode cair fora. Creio que por mais amadorismo que já aconteceu, não chegaria ao cúmulo de não brigar pelo acesso em algum "planejamento".
  Jamais a Portuguesa poderia chegar no lugar que chegou. Entretanto, já que está aí, aproveite para uma limpeza geral. Tchau parasitas. Não adianta um bom resultado a curto prazo, sem uma real estrutura. Subir para cair e continuar na pindaíba só agrava os problemas. Para um dia ser grande, tem que subir degrau por degrau.
  Para quem olha de fora, o sentimento pelo clube é de dó. Um estádio bem localizado mas mal conservado. Trapalhadas e mais trapalhadas mostram a total falta de profissionalismo. Coisas que só acontecem com a Portuguesa parece acasos do destino, mas o culpado tem outro nome: amadorismo.
  Ainda com tudo isso, há quem pega seu manto e vai ao Canindé acompanhar uma paixão. Domingo não será diferente. Vamos lá novamente. Não podemos deixar a Lusa morrer, não podemos.

domingo, 23 de abril de 2017

Comemorar não, trabalhar!

  Por uma vitória a Portuguesa se safou de mais um rebaixamento. Evolução diminuta para o que esperava - se neste ano. A mediocridade alheia bastou para que a nossa não se superasse.
  Uma lição básica e lógica, vitória é melhor do que um empate. Outra lição, quando o "planejamento" não está saindo como esperado, mude logo a estrategia. A demora na saída do pseudo técnico inicial, quase custou a permanência na A2. Por mais problemas no elenco e divergências no modo de jogo do Estevam, a melhoria no time foi visível.
  Eu tenho vergonha alheia de quem participou efetivamente dessa competição. De uma quase classificação, que deveria ser obrigação, para uma briga até o fim contra o rebaixamento. Sentaria na varanda, refletiria, e no dia seguinte começava a mudar essa história.


  A derrota por 2 a 1 frente ao XV de Piracicaba mais uma vez mostrou o sofrimento físico da equipe. Eles lutam, isso não podemos negar, mas a qualidade é baixa. Hoje, talvez, podemos comemorar a salvação, entretanto, a partir de amanhã o pensamento é total na reestruturação do elenco. Leandro Domingues, melhor jogador, não fica. Não é para menos, um clube sem dinheiro e na situação que está, um profissional dessa qualidade não fica mesmo.  
  Há 28 dias para uma melhoria notória. A série D e a Copa Paulista vem aí. Quem sabe um bom membro da diretoria de futebol possa dar uma olhada nos atletas que enfrentamos no Paulista, tendo em vista que muitos não jogarão nem o brasileiro. Gostaria só de lembrar que, caso a Lusa não consiga o acesso e não seja campeã da Copa Paulista, estará fora do Campeonato Brasileiro no ano que vem. Nunca chegamos tão perto do fim.

Que sofrimento!

segunda-feira, 17 de abril de 2017

O velho filme

  Noite gelada e futebol frio. A única coisa quente foi as três pancadas levadas. De uma quase classificação, agora é hora de se salvar mais uma vez, ou não.
  Filme velho que voltou em exibição na Portuguesa. Na última quarta, as contas era para entrar no G4. Cinco dias depois, o resultado negativo trás o terror do rebaixamento. Se a Lusa não se ajudar, vai ter que torcer para o Bragantino vencer o Votuporanguense. Perder por 3 a 2 em casa não pode. Pela situação atual, contra um adversário direto, o empate era o mínimo. Limitação dá nisso, quando precisa, o resultado não aparece.
  Não adianta mudanças, adianta melhorias. Mudar os nomes e continuar a mesma coisa não serve. O mata - mata dá série D, se classificar, é mais complicado do que os jogos atuais. Ficou nítido a necessidade de três zagueiros. Atacante que saiba guardar. E claro, um meia que ajude a armar jogadas. Desilusão total aos torcedores. Time medíocre.
 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Sentimento: Frustado

  O resultado contra o São Caetano, definiu o futuro da equipe rubro verde na série A2. Depois do balde de água fria, contra o Guarani, a derrota por 2 a 0, tirou a invencibilidade dentro de casa e a briga pela classificação.
  Há anos o clube paga por começos ruins nas competições. Aquelas derrotas iniciais, fora de casa, que aceitamos por ser o início, arruína o resto do torneio. O clube sofre de uma doença crônica, sempre que acontece uma partida decisiva, para mudar a situação na tabela, o time perde. Incrível que esses resultados ocorrem no Canindé. Como dizem: Coisas que só acontecem com a Portuguesa. Não é de hoje, temos exemplos como a série B de 2009 e 2010, e paulista dos mesmos anos.
  Nesta temporada, o pecado mortal foi a contratação e manutenção do Tuca Guimarães. Pontos e mais pontos perdidos em 9 rodadas com o antigo treinador. Estevam precisou de tempo para arrumar o time e colocar lucidez. Ganhou com a chegada de Leandro Domingues. Conseguiu uma sequência de 5 jogos sem perder, com 4 vitórias e 1 empate. Uma hora iria perder, o cansaço iria ser mais um adversário. Não deu outra, derrota para o azulão em jogo decisivo.


  Se o torcedor abrir o Facebook e ler a pergunta padrão da linha do tempo, "O que você está pensando?", a resposta será oportunidade perdida pela Portuguesa. Oportunidade de ficar 2 pontos do G4, com chances enormes de assumir a quarta posição. O sentimento é de frustração, decepção e impotência. 
  Resta não ser rebaixada e focar na série D. Preparar o físico e psicológico para a competição mais importante do ano. Não pode haver falhas e desculpas.

Vai Portuguesa, o amor não vai acabar.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Lembra desse jogo?

  A Portuguesa enfrenta nesta quarta - feira o vice - líder dá Série A2, o São Caetano. Com a classificação encaminhada, o time do ABC vai ao Canindé para retomar a liderança. Atualmente​ com 31 pontos, está um ponto do Água Santa.
  Na décima colocação, a Lusa tenta suas últimas tentativas para chegar ao G4. Quem sabe consiga a vitória como conseguiu em 2011. Em outra situação, no ano da Barcelusa, o resultado foi de 5 a 2. O jogo era válido pela oitava rodada da série B, o começo da ascensão para o título.
  O time do Canindé já estava na ponta a tabela, com 17 pontos e enfrenta o sempre difícil azulão. Em uma noite inspirada, as cores rubro verdes, venceram o azul do ABC. Edno (2x), Marcelo Cordeiro, Ananias e Leandro Silva marcaram para a Portuguesa, enquanto Geovane e Souza descontaram (Veja os gols abaixo). Com o resultado, a liderança foi assegurada com 17 pontos, e 25 já marcados.
  O torcedor lusitano se apega a essas glórias para continuar com esperança de um futuro melhor. A Lusa ainda defende a invencibilidade dentro do Canindé nesse Paulista.


Sorte, Lusa!

domingo, 9 de abril de 2017

Portuguesa irreconhecível

   Quase deu. Por pouco a Portuguesa saiu de Campinas com a vitória. Foram mais de 90 minutos embaixo de um sol escaldante e uma guerra bem travada. No final, o placar de 1 a 1 virou um banho de água fria nos interesses da equipe visitante, mas a postura em campo deu uma grande moral aos jogadores.
  Há seis anos que a Lusa não vence o Guarani como visitante. Isso é por causa da postura amedrontada, como se fosse um cachorro perdido, quando joga fora do Canindé. Foram derrotas e mais derrotas pelos campos do Brasil, contra o bugre, nesse tempo, foram quatro. Hoje, o time foi irreconhecível jogando longe de seus domínios. Porém, isso foi algo positivo, já que durante toda a partida, os jogadores mostraram postura, raça, gana, impondo grandes dificuldades aos donos da casa. 

                                                                                      Reprodução Site Portuguesa

  Depois de encontrar um esquema de jogo, com o chamado time titular, as coisas entraram no eixo, graças a Estevam Soares. Por mais que caía a qualidade técnica, as mudanças de um ou outro atleta, não muda tanto o que deve ser feito. Prova disso foi a entrada de Bruno Duarte, que entrou pela ausência do Brunão. O garoto entrou e marcou o gol em uma "decisão". A tranquilidade que esse gol deu, foi de fundamental importância, pois a equipe rubro verde jogou mais leve e poderia ter marcado mais. Não pode deixar de registrar o pênalti não marcado em Leandro Domingues. Querendo ou não, foi prejudicial ao resultado final, além do cansaço físico. 
  Não deu para atuar a partida inteira com o mesmo ritmo. O sol em Campinas estava de fritar ovo no asfalto. Os atletas começaram a sentir, e quem precisava do gol veio para cima. O bugre chutou, pressionou e Berna estava lá para salvar. Fumagali abusou de suas faltas, que só paravam com a boa atuação do goleiro. A defesa lusa foi muito bem, sendo primordial a não deixar aumentar a pressão. Parecia que a vitória viria. Ficaríamos um ponto do próprio time campineiro, mas o árbitro marcou pênalti no toque de mão do Amaral, no meu modo de entender, inexistente essa penalidade. Nesse momento o calor perdeu lugar para o frio na barriga. A alegria transformou - se em decepção, após o empate. Não foi dessa vez.
  Apesar da frustração, fica a esperança de um futuro melhor. Já vimos que dá para fazer omelete com esses ovos, entretanto é preciso mais. Por mais que reste chances matemáticas de classificação, ficou difícil chegar. Agora é a vez de pegar o líder, em casa. Bom para saber se podemos jogar com outras boas equipes e tirar bons resultados. A série D em sua primeira fase não é tão complicada, basta continuar com esse desempenho dentro de campo, para conseguir ir longe e alcançar o objetivo do ano, o acesso no brasileiro. 

sábado, 1 de abril de 2017

Será Lusa?

  O que parece difícil, torna-se fácil, e volta a ser difícil. Assim se resume as partidas da Portuguesa. Apesar das dificuldades, deve ser reconhecido os resultados alcançados. Dessa vez a vitória veio fora de casa, aliás, a primeira na competição. O resultado anima os torcedores, que veem o G-4 chegando, mas ainda esperam um melhor futebol.
  
  Nesse sábado, 01, a Lusa venceu o Rio Preto, em São José do Rio Preto, por 2 a 1. Adilson e Tárik fizeram os gols rubro-verde, enquanto Juan descontou o marcador. O resultado final foi definido no primeiro tempo. Com retrospecto negativo fora de casa, pois ainda não havia vencido, o time do Canindé estava desacreditado. Encarando um dos times da zona de rebaixamento, a pressão pela primeira vitória aumentava. Quando menos se esperava, saiu o primeiro gol e logo depois o segundo. A situação parecia de goleada, ou pelo menos de facilidade, mas não foi assim. Juan diminuiu e deu ânimo aos donos da casa. A partir desse momento, só deu Rio Preto.
  
  Berna como sempre vem salvando a pátria. Muitos o criticam, porém esquecem de ver os lances que ele salva. Não é um Neuer da vida, mas está bem melhor do que os últimos que passaram no nosso gol. Os resultados positivos passam pela vinda o Leandro Domingues, a lucidez no meio campo, com passes de categoria, algo em ausência no elenco. Os zagueiros Everton e Vinícius dão trabalho para a torcida e comissão técnica. Uma hora salvam, outra entregam. Rico dispensa qualquer comentário, só compõe o elenco. 



  Enfim um triunfo fora de casa. Apesar do sofrimento durante grande parte do jogo, principalmente no final, valeu a pena. Agora é a terceira vitória seguida na mesma competição, algo que não acontecia desde o paulista do ano passado. Coincidentemente, dois adversários foram os mesmos desse ano, Penapolense e União Barbarense, o outro foi o Independente. Nesse momento a tabela parece amiga. Chegamos aos 22 pontos, podendo ficar a no máximo 4 pontos da quarta posição, até o fim da rodada. Lá no fundo a esperança reacende. Será que dá? Restam 4 partidas: Guarani (f), São Caetano (c), Oeste (c) e XV de Piracicaba (f). Dois na luta pela classificação e dois na luta contra o rebaixamento. Até lá pode mudar as condições, mas se não bobear, dá para sonhar.

Obs: Dos 11 times que tem chance de classificação, a Portuguesa é a única com saldo de gols negativo. - 2 atualmente. 

quinta-feira, 30 de março de 2017

Desde 2015

  Dentro das limitações e dificuldades, a Portuguesa soma seus pontos dentro de casa. Dentro de tanta ruindade, problemas e decepções, esquecemos de um fato positivo; a Portuguesa está fazendo de sua casa uma arma mortal.
  Foram 5 jogos no Canindé pela série A2 e 5 vitórias. Nesse meio, ocorreu a derrota na Copa do Brasil, 2 a 1 para o Boa Vista. O retrospecto  poderia ajudar o time a chegar mais longe na tabela, já que duas partidas, com mando da Lusa, foram em outros estádios. 3 a 2 em São Caetano do Sul, contra o Mogi Mirim, e a derrota por 2 a 1 diante o Votuporanguense, em Osasco.
  Sabe qual foi a última vez que a Lusa conquistou 4 vitórias seguidas ou mais dentro de seu estádio? Em 2015, na série C, sob comando do mesmo técnico atual. Naquela época, o time engatou a quinta marcha e se classificou para o mata - mata da competição. Um time que se preze, tem a obrigação de fazer a sua casa, um local indesejado aos rivais. Assim como sofremos fora do nosso quintal, pois ainda não vencemos como visitantes.
  


  O Penapolense foi a última vítima. Quando todos já aceitavam o empate, na raça, Leandro Domingues marcou o gol da vitória, ao 46 do segundo tempo. Aliás, o terceiro triunfo em casa com gol no final. Antes da vitória por 2 a 1 ao apagar das luzes, as mesmas reclamações ao jogadores continuavam. Luizinho lutou muito na jogada do segundo gol, entretanto, segue jogando aquilo que sabe, ou seja, pouquíssimo. Após a partida, o atleta disse não concordar com as vaias da torcida, pois não entendem a luta do time. Realmente, não entendemos esse desserviço ao futebol de alguns. Muita ruindade.
  Na mesma onda, Estevam Soares disse ao retornar do intervalo, ainda com 0 a 0 no placar, que a equipe jogou bem, do mesmo jeito que nas outras partidas na qual comandou. Os poucos que acompanharam o duelo, sabem a qualidade da primeira etapa. Provavelmente somos muito negativos. Provavelmente. Espero melhor futebol, no qual possa vencer fora como em casa. Esses gols achados, devido não haver jogada trabalhada, sempre são a saída para quem tem inferioridade coletiva. Desse jeito, o futuro será desastroso, ou melhor, já está sendo. Pelo menos podemos comemorar a conquista dos 3 pontos. Querendo ou não, somamos 9 pontos dos últimos 12 disputados. Viva a vitória, que salvou os xingamentos que durariam até sábado. Falta pouco para dizer: Adeus, rebaixamento.

domingo, 26 de março de 2017

Pelo menos venceu

  Fazendo valer o mando de jogo a Portuguesa venceu a quinta no campeonato. O placar magro de 1 a 0, foi essencial na briga contra o rebaixamento. Em campo, as certezas de deficiência técnica continuam.
  Diante do lanterna União Barbarense, a Lusa não agradou, principalmente no primeiro tempo. O gol do zagueiro Vinícius, salvou a tarde. Começando com o time que considera o titular, Estevam Soares manteve um esquema com o freio de mão puxado. A falta de movimentação no meio campo, somada a ruindade de Luizinho e o argentino Bustos, não deixaram o time criar oportunidades.
  Precisando vencer, o segundo tempo teve em campo, Adilson e Brunão, além de Bruno Xavier, no lugar do argentino. Isso fez ter mais força ofensiva. Até que em um escanteio, o gol saiu. Com a vantagem, algumas chances de gols surgiram, mas os pseudo jogadores, não marcavam. Sorte que do outro lado, a ruindade é igual. Se no jogo passado o técnico estragou a equipe, dessa vez mudou para ganhar e assim aconteceu. Ufa, vencemos!


  Triste de ver, porém é algo recorrente, o público decepcionou. Era de se esperar, devido aos resultados e campanhas nos últimos anos. 1.040 pessoas foram ao Canindé. Pouco para uma partida às 16:00 horas. Os poucos que compareceram, tiveram a chance de falar com o presidente Alexandre Barros, antes do início. Muitas coisas foram ditas, como por exemplo, a passagem de Leandro Domingues. O jogador sairá no final do paulista. Momento em que fará uma mudança no elenco, preparando para a série D e Copa Paulista. Vamos aguardar o brasileiro.
  Sabemos das dificuldades financeiras, mas isso, não justifica a péssima qualidade. Os "profissionais", erram passes de poucos metros, sem marcação do adversário. O treineiro bom aparece nesses momentos, quando faz um bando de atletas, em uma equipe competitiva. Há tempos, não tem jogadas ensaiadas. O gol de escanteio foi mais sorte do que treino. A bola parada é a mesma coisa que devolver ao outro time. São esses detalhes que precisam ser melhorados para a série D.
  Restando 6 rodadas para o fim da Série A2, o objetivo, sem dúvidas, é permanecer nessa divisão. A vitória de hoje, foi muito importante para a tabela, já que esses pontos salvam um time do descenso. Espero que Estavam Soares não continue com Mateo Bustos como titular. Bruno Xavier mostrou muito mais espírito de jogo e qualidade. Contra o Penapolense, equipe da ponta, todo o cuidado deve ser tomado. As oportunidades de gols, que são poucas, devem ser convertidas em gol. Difícil pedir gol, para o terceiro pior ataque da competição. Sorte que será em casa.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Nova derrota e velha história

  Mais uma vez a derrota veio fora de casa. Essa pode por na conta do técnico Estevam Soares. Substituições pra lá de erradas. Agora é torcer contra o rebaixamento.
  Na tarde dessa quinta - feira, na rua Javari, viu - se uma Portuguesa desfocada. Ao contrário do último jogo, os jogadores estavam perdidos, e por isso, logo no primeiro minuto, o Juventus abriu o placar. Bola perdida pelo lateral Amaral, acabou cuminando no 1 a 0. Depois do gol, ainda havia muitos erros de passe por ruindade e distração. A marcação não ia ao combate, apenas cercava. A partir dos 15 minutos, a Lusa começou a reagir, mas sem chutar ao gol. Com bolas na área e escanteios, a pressão foi iniciada. Até que Leandro Domingues empatou, após pegar a sobra. Ainda o autor do empate bateu uma falta, que foi muito bem defendida pelo goleiro.
  Segundo tempo começou morno, mas o time da casa tratou de mudar isso. Foi ao ataque, com jogadas trabalhadas e boa troca de passes, algo bem diferente do time do Canindé. Quando era preciso, Luizinho e Bustos não correspondiam. Muito ruins, principalmente o argentino. Sobre a qualidade técnica, já sabemos a situação, porém o Estevam tratou de piorar com sua mudanças. Colocou Ricco no lugar de Bruno Silva, mudança aceitável. Entretanto, na segunda alteração, deu a vitória ao adversário. Tirou o zagueiro Basualdo e pôs Tárik, e recuou o Sandro Silva, que não serve para a zaga. Não deu outra, logo após a substituição saiu o gol do mandante. Sem reação, mesmo com a entrada do Adilson, o terceiro aconteceu, nas costas do lateral. Etapa final para ser esquecida. 3 a 1 e fora o olé.
  Sem chances reais de classificação, resta escapar do descenso e aproveitar para separar os que ficam até a série D. Não​ vejo o atual técnico ruim. Errou feio, mas tem chance de melhorar a equipe. Por parte dos jogadores, acredito que treinam sem a redonda. É muita displicência para os chamados "profissionais". O coletivo é o único jeito de salvar esse time. A parte individual é horrorosa, salva - se Leandro Domingues. É difícil, mas vamos continuar torcendo.

terça-feira, 21 de março de 2017

Após um ano, Lusa vence de virada

  Há tempos que não havia uma virada rubro verde. O poder de reação está difícil de acontecer, mas aconteceu. Após um ano, para ser mais exato, desde o dia 07/03/2016, quando virou para 3 a 2 contra o Independente de Limeira, a Portuguesa não conseguia reverter um placar adverso. 2 a 1 e vitória sofrida.
  Contra o bom time do Rio Claro, que está entre os primeiros em busca da classificação e fez a final de série A2 em 2013 contra nós, a Lusa sofreu mas venceu. Os erros e defeitos continuam, a diferença de antes foi a estréia do meia Leandro Domingues. Dando lucidez ao time, que não pensava, chegou para mostrar trabalho. Sofreu o pênalti, dando o empate através de Bruno Silva, e marcou o gol da virada. Além das vitória, parece que chegou o cara do meio campo.

  Ainda falta muitas melhorias. Os velhos vícios, como a ligação direta, continuam como única forma de propor jogo. Vencer o time que ainda não havia perdido, dá uma grande moral. Entretanto, apesar de um bom primeiro tempo, indo ao ataque, o segundo mostrou um retranca. Estevam Soares, técnico luso, disse ao fim da partida que foi ótima a etapa final. Discordo. Jogar na defesa, por mais que do outro lado havia entrosamento e mais força técnica, não justifica quase entregar o triunfo por medo. O zagueiro Vinícius salvou por duas vezes em cima da linha, o empate rio-clarense. Sorte para os lusitanos o fim de jogo com vitória.
  Para o próximo confronto, não estarão disponíveis Thiago Feltri, suspenso pelo terceiro amarelo, e Everton​, após expulsão por matar contra ataque. Dinho deve ser improvisado na defesa. Rômulo deve substituir Feltri. Haja paciência. Que venha o clássico contra o Juventus. Hora de emendar um segundo bom resultado e escapar do rebaixamento. Classificação é muito difícil. Vamos curtir o placar e dançar o vira com Roberto Leal.
 

domingo, 12 de março de 2017

Previsão de mais tempestade

  Uma onda de ar frio veio de longe e fez fechar o tempo na região do Pari em São Paulo. Depois de anos de tempo aberto, com sol e poucas nuvens, agora o clima é frio e de temporais. Mesmo com o aviso dos especialistas e torcedores, nada foi feito para em um momento desse ser menos doloroso. Um furacão - leia presidentes e seus seguidores -  passou e só deixou estragos ao redor. Agora quem paga conta é o clube, pois é o patrimônio valioso.
  Já são 5 derrotas seguidas. Sendo 4 no paulista da A2 e uma na Copa do Brasil. Dessa vez, o revés foi contra o Bragantino, fora de casa. Todos esses jogos, o time não jogou nada. As dificuldades técnicas não são superadas mais pela vontade. Não existe trabalho coletivo. A realidade no Canindé é a de outros times. A diferença que em outras equipes, há a humildade de se colocar em seu lugar e jogar de acordo como o campeonato pede. O elenco precisa da passagem de um furacão para acordar no campeonato.
  Em mais um ano, o trabalho será fugir do rebaixamento. Agora a boca do lobo está embaixo do pé. O cheiro de A3 está forte. Passadas 10 rodadas, o clube soma 10 pontos na tabela. Uma campanha fraca. Ao lado do lanterna União Barbarense, o ataque luso é o pior da competição, com 6 gols. Ironia que o objetivo desse esporte é fazer gol, e há dois anos, a coisa mais difícil e ter um ataque considerável. Enumeramos os problemas, pois fica claro o que está errado. Futebol, obviamente, funciona com dinheiro. Só os bons conseguem mostrar desempenhos de alta qualidade, sem verba. Desenvolver um trabalho em pouco tempo, com pressão e sem chance de erros, é um dom que está difícil encontrar.
  Aquele torcedor que ama a Portuguesa, fica na esperança de dias melhores, devido ao seu amos. Quando a razão supera a emoção, o desespero toma conta e desanima quem pode mudar esse destino. As nuvens escuras que chegaram às margens do Tietê, continuam escurecendo o futuro rubro verde. Estamos em março, mas a expectativa permanece a do ano passado. Salvar - se de uma queda, aliás, algo que se tornou constante. Uma coisa e lutar para permanecer na primeira divisão do Brasileirão, outra e na série A2 do paulistão. Decadência sem volta, medo do fim, que será uma grande perda ao futebol. Não podemos esquecer da série D, chance de algo melhor e uma reviravolta - coisa muito difícil de ocorrer - para o bem da Portuguesa de Desportos.

sábado, 4 de março de 2017

Tá na hora de mudar

  Ficou claro que muita coisa não mudou. Além dos péssimos resultados, os problemas internos continuam assombrando os corredores do Canindé. As dificuldades financeiras e técnicas não conseguem mais salvar e desculpar nenhum da cúpula lusa. Mais uma vez o torcedor se pergunta: Até quando vamos continuar a ser humilhados?
  Dentro de campo a Portuguesa é uma bagunça perdida. O treinador consegue comandar apenas a bagunça, não muda para algo melhor. Vendo a partida na TV e ouvindo na Web Rádio Lusa, concordei com aqueles que transmitiam na rádio. Guilherme Assumpção, Gomão Ribeiro e o Professor Antônio Quintal observaram um detalhe importante sobre o comando técnico: não há coerência e sequência com um time. Sempre que um atleta joga mal, fica no banco ou não é relacionado para o jogo. Assim que se perde o grupo. O jogador não tem a confiança para jogar por medo de errar e cair fora. Na última partida, contra o Votuporanguense, Bruno Xavier foi titular, depois dando lugar ao Luizinho - aliás um erro, pois deveria ter sido ao contrário - agora contra o Capivariano, foi o inverso.

  Mais uma derrota, dessa vez contra o Capivariano. Uma partida ganha, com pênalti perdido e tudo. O caminho estava fácil para mais 3 pontos, a primeira vitória como visitante. Ao final, viu-se o placar adverso. Perdemos para um time medíocre, cansado e pior que o nosso. Adilson perdeu uma penalidade, mas não foi o vilão, pois tenta e tem pouca oportunidades com bola rolando. Tuca Guimarães esperou tomar o gol para mudar. Quando foi mexer, saiu feito louco, chamando esse e aquele. Rico estreou, dando uma certa lucidez ao time, uma coisa que não havia, devido começar o jogo com 3 volantes e o cara da armação era o Michel. Nos momentos de pressão da Lusa, faltou pouco para a bola entrar, mas falta competência de uns e seriedade do Michel, que quando acordou, botou a bola no travessão.
  A classificação na série A2 ficou bem mais distante. O fantasma do rebaixamento volta ao convívio lusitano. O momento é de olhar onde pisa e não para onde subir. A tabela não será generosa, com partidas contra os ponteiro, como o Bragantino e Guarani fora de casa, e os fortes São Caetano e Rio Claro como mandante. Caminhada dolorosa até o fim da primeira fase.
  Sou a favor na saída do Tuca, entretanto, com um substituto que justifique sua vinda, com bons trabalhos, mesmo não sendo tão conhecido. Sabendo trabalhar, será reconhecido pela Portuguesa e sua nação. Alexandre Barros, por favor, não tire a esperança em um futuro melhor em dois meses de gestão. É claro que está no começo de seu mandato, mas o destino da Lusa depende muito de 2017. Voltar para a série C é muito importante, para a auto - estima do clube e do torcedor. Profissionalize o futebol, dê melhorias a base, tirando - a totalmente das mãos dos empresários. Melhor fazer um bom jogador em casa, do que correr atrás de perna de pau e gastar milhões. Leão já caiu fora e deu seus bons motivos. Fico pensando, se um cara profissional como o Émerson Leão saiu fora, imagina o que irá ficar no Canindé?!

quinta-feira, 2 de março de 2017

2017 com cara de 2016

  Mais uma vez gol no último minuto. Brunão balançou as redes aos 45 minutos do segundo tempo, depois de um jogo sofrido. Parece que o filme se repetiu, como em outras partidas, mas dessa vez a diferença foi que o placar já estava 2 a 0 contra.
  Ninguém foi perdoado. Os poucos torcedores que foram até Osasco acompanhar a Lusa, protestaram contra o time e o presidente. A apatia da maioria dos jogadores, a falta de qualidade nos fundamentos e o placar reverso, foi a única coisa que se viu na noite de ontem. Aliás, alguns problemas não eram novidades. As vitórias foram maquiando e deixando de mostrar a realidade da equipe, que sofre muito por suas deficiências.
  O técnico Tuca Guimarães precisa mostrar trabalho. Seu histórico de rebaixamentos está amedrontando os lusitanos. Ele foi o responsável por montar o time. Que no meu modo de ver foi um erro. Fez como Luxemburgo fazia em alguns times, trouxe os chamados "jogadores de confiança" com os quais já trabalhou. Nenhum veio com justificativa razoável para ser atleta luso. Quem trabalha com futebol, precisa ver muito futebol. Há um mar de campeonatos pelo país. Será que não se consegue encontrar e trazer bons atletas? Ficar trazendo refugo, olhando o passado do jogador, com a justificativa que já passou por um grande não é planejamento. Para um time de série A2, basta ir atrás de jogadores nesse nível de competição e continuar assim para a série D. 

  Em 8 rodadas, a Portuguesa marcou 6 gols. Nenhum como visitante. Vamos relembrar:
Portuguesa 1x0 Barretos, gol do Brunão de cabeça, após cruzamento.
Mesmo placar e mesma jogada frente ao Sertãozinho, só mudou o autor do tento, nessa Adilson balançou.
3 a 2 contra o Mogi Mirim. Luizinho acertou dois balaços e deu assistência para Adilson marcar na saída do goleiro.
Por último, a derrota contra o Votuporanguense, por 2 a 1. Por incrível que pareça, no meio dessa derrota, o gol mais simples e com toque de bola. Dinho roubou a bola no meio, veio carregando, soltou para Adilson, que viu Brunão sozinho, para marcar o gol.
Relembro isso, pois a Portuguesa agride pouco. É um time monótono, só na base do chutão. Os zagueiros sempre somem com a redonda. Não há uma simples triangulação, o toca e passa básico desse esporte. O lateral direito Bruno Santos, se assim posso o chamar, fica preso na defesa, mas não sabe defender. Toma um baile em todos os jogos. Não foi diferente nesse último. O primeiro gol nasceu de um lance no lado esquerdo da defesa lusa, onde o adversário passou por dois, virou o jogo para Nathan, que dançou pra lá e pra cá e fez o primeiro. Não vamos nem citar o segundo gol, basta o que vimos.
  É Alexandre Barros, a paciência está acabando até para você. A falta de dinheiro não mais minimiza os erros do time. Esse elenco pode mostrar mais que isso, pois são profissionais, ou não são? Quem tem dinheiro faz feijoada, quem não tem coloca mais água no feijão, e no final sempre tem comida. Praticamente, metade do torneio já se foi. Poucos acreditam na classificação. Pelo contrário, olham para a parte inferior da tabela. Para cair é fácil, seis vão para degola. Está mais que na hora de mudanças precisas. Que mude o técnico, entretanto, tragam outro rapidamente e com histórico atual justificando sua vinda. Precisamos de zagueiro, só temos dois, se um não está disponível, Dinho é recuado. Isso tem que ser arrumado o quanto antes. Cada ano que se passa e sempre ouço: " Esse é o pior time da história da Portuguesa". Pior que o ano só está começando.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Pés no chão

  Não deu. Mas o o aroma de vitória passou pelo Canindé. Mais uma vez o clube é eliminado no início da competição. Temos que aprender com os erros e continuar com os acertos.
  Portuguesa e Boa Vista, pela Copa do Brasil, foi um confronto de série D. Podendo conhecer um dos confrontos no segundo semestre, a Lusa teve a oportunidade de ganhar a partida. Alguns lances de perigo e gol bem anulado, mostraram que ainda é pouco para considerar o time como bom. O placar de 2 a 0 para os visitantes, foi dolorido. Ainda mais pelo primeiro gol ter tido falha de Ricardo Berna. A volta por cima deve vir na série A2, o grande objetivo desse primeiro semestre.
  Em campo, vimos a falta que o lateral esquerdo Thiago Feltri faz. Rômulo, que entrou em seu lugar, foi muito mal. Assim como a equipe na fase final do jogo. O cansaço pesou. Não é todo dia que Luizinho irá achar dois belos gols. O simples tem que ser a base do time. Michel, mais uma vez foi um grande roubador de bola, entretanto, também foi aquele que devolve a posse de bola ao adversário com seus passes errados. Infelizmente, falta tempo para treino.
  Agora o foco é total no paulista. Sábado já tem jogo fora de casa, contra o Taubaté. A última vitória em pontos corridos fora de casa, foi contra o Juventude na série C do ano passado. Hora de mostrar força contra a torcida rival e se impor fora do Canindé. Ainda estamos engatinhando para voltar às glórias. O torcedor não pode abandonar o time. Haverá derrotas. Isso é fato. Temos que saber a realidade atual. Aos poucos vamos ver até onde a Portuguesa irá chegar.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Brilho do suor

  Luizinho só foi diminutivo no nome. Deu um brilho especial na vitória, sofrida, da Portuguesa. 100% de aproveitamento como mandante. Em resultados, a Portuguesa vive uma boa fase que não se via há tempos.
  De baixo de um sol escaldante, a equipe rubro verde enfrentou o Mogi Mirim, em São Caetano do Sul. Começou bem, pressionando, e conseguiu abrir o placar. Chutando de fora, o meia Luizinho fez um golaço. Executou o que diz o manual do futebol: dominou, ajeitou, clareou e chutou. O time do interior chegava pouco, com pouco perigo. Sendo assim, a Lusa continou criando chances, e após um cruzamento na área, Adilson fez o segundo, dando tranquilidade ao time.
  Ainda no primeiro tempo, a pantera dá Mogiana diminuiu de pênalti. A coisa começou a engrossar. No segundo tempo, o adversário voltou como a Lusa no primeiro tempo, pressionando. Por ironia do destino, tomaram o terceiro gol. Luizinho, de novo, brilhou e repetiu o que fez na primeira etapa. Mais um golaço e 3 a 1 no placar.

  O que era para ser um jogo tranquilo, depois da vantagem de dois gols, começou a virar jogo de ataque contra defesa. O Mogi veio para cima e encostou no marcador. Depois disso, a situação piorou para o equipe de Tuca Guimarães. Toda hora tinha bola na área dando muito trabalho aos defensores. Ricardo Berna e a ruindade do outro lado, salvaram a tarde lusitana. Quase o que era festa, tornou - se desastre. Final suado e feliz, Portuguesa 3x2 Mogi Mirim.
  Individualmente, vale destacar além do Luizinho, que foi fundamental na vitória, como também o goleiro Berna. Mostrou para que veio. Salvou dois gols e dá muita segurança à equipe. O meia Bustos na foi bem. Perdia a bola facilmente e errou muitos passes. A saída do Thiago Feltri mostrou que ele é importante na defesa. Rômulo, que entrou em seu lugar, não encaixou no time e tomou muitas bolas nas costas. Vale ressaltar que ainda não tinha jogado, então merece mais oportunidades. Michel segue sendo um grande marcador, mas demora para soltar a bola e quando solta, para no pé do outro time.
  No coletivo, vimos grandes deficiências e qualidades. O meio campo começou a funcionar. Adilson consegue ser mais participativo, com isso. Porém, pecamos marcação e domínio de jogo. Temos pouca posse de bola, porque a defesa chuta a bola sem objetividade. Quando estamos sem ela, a marca fica distante, deixando o inimigo chegar próximo a área. Falta tempo para treinar. Isso terá que ser arrumado no decorrer da rodadas. Muito importante o triunfo no Anacleto Campanella. Foco na série A2, para ficar no bolo de cima. Agora é hora de mostrar força fora de casa. Serão pontos importantes na classificação. A Copa do Brasil não é prioridade, é um torneio de importância pouco relevante, nos projetos luso. Como o jogo é em casa, a obrigação de avançar será maior. Não vamos criar uma tempestade caso aconteça um resultado adversário.

Próximo jogo pela série A2: Sábado, 25, às 16:00 horas contra o Taubaté.
Antes, na quarta feira, tem a segunda fase da Copa do Brasil, contra o Boa Vista, às 19:30 horas, no Canindé.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Sempre bom vencer

  Muito se questionou nessa semana sobre a Copa do Brasil para a Portuguesa. Seria ou não uma prioridade? Bom, o time entrou em campo e venceu a partida por 2 a 1 e passou para a segunda fase.
  Com algumas dificuldades o time luso superou suas deficiências e conseguiu mais uma vitória, contra o Uniclinic - CE. Do outro lado, havia uma time fraco, sem muita força ofensiva, mas que conseguiu alguns lances de perigo. O gol cearense  veio de uma cobrança de pênalti. Bruno Xavier e Brunão, aquele que marcou na estréia da A2, fizeram os gols luso. Mais uma vez os gols foram marcados por aqueles que saíram do banco no decorrer da partida. Estrela está brilhando no banco para Tuca Guimarães.

  Partida foi fraca, parecia que o tempo não passava, porém acabou com triunfo rubro verde. A prioridade para o time do Canindé é vencer as partidas para ganhar confiança e com isso, ir ganhando um time mais consiste em todos os setores. Na hora que apertar fisicamente, a série A2 tem que ser o foco. Voltar a elite do paulista, claro, é o mais importante. O torneio nacional serve para voltarmos ao cenário principal do Brasil e ganhar um certo destaque, que ajuda a trazer patrocinadores e jogadores.
  Ninguém, em santa consciência, imagina que o o título virá. Entretanto, um grande prêmio já seria alcançar a terceira ou quarta fase. Os objetivos desse ano que ajudarão nas próximas temporadas, com certeza, são os acessos no paulista e na série D. O confronto com o Boa Vista na fase seguinte trará dificuldades e também o sonho de classificação. Vamos aguardar os próximos capítulos.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Patético (4/19)

 Futebol fraco, sem criatividade e digno de um 0 a 0. Assim foi Água Santa e Portuguesa, nessa terça à tarde. Mais uma rodada com mais sofrimento, o que parece que irá acompanhar a campanha na série A2.
  Admito, caro leitor, dormi ao final do primeiro tempo e acordei aos 15 do segundo. Não perdi nada de tanta ruindade.
  Aquela velha máxima que quantidade não é qualidade foi mostrada ontem. Iniciando com 3 atacantes, Tuca Guimarães colocou o time para o ataque total. Porém, não dá certo sem a qualidade dos responsáveis pelas finalizações e a falta de criação no meio campo. Adilson se esforça, mas o time precisa mais do que isso. Danilo em 4 jogos mostrou que está no lugar errado. Não consegue conduzir a bola por alguns metros. Desde 2015 a Lusa não tem um ataque de confiança. A defesa do outro time nem se preocupa com os ofensores.  Outro ponto negativo foi o lateral direito Bruno Santos, que não sabe atacar e muito menos defender. Todo ataque adversário era em suas costas. 
  Ponto positivo foi a estreia do goleiro Ricardo Berna, que já mostrou para que veio ao salvar duas boas jogadas. Acredito que se fosse o Douglas, fatalmente seria gol do time de Diadema. A defesa mostra solidez, muito pela ajuda do aguerrido Tárik que aparece em todo lance.
  Estamos esperando um melhor futebol, a torcida já mostrou sua insatisfação, a paciência está acabando. De fato não seria fácil o começo, mas não há nenhuma evolução. Sem entrosamento, muitos passes errados e má qualidade técnica, assim se define a equipe rubro -verde. Acorda Lusa!
  Em 12 pontos disputados, só foram somados 4. Um gol marcado e 3 sofridos. Evidente que dos 4 jogos, 3 foram fora do Canindé, mas a Portuguesa não pode se contentar em empatar fora e vencer em casa. Para a classificação, necessita e tem a obrigação de ganhar do Sertãozinho, na sexta. Tomara que o ataque desencante.


Próximo jogo: Sexta feira, 10, às 19:15 no Canindé contra o Sertãozinho.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Velha história (2/19)

  Na segunda rodada do paulista, a Portuguesa claramente não convenceu e perdeu para o Batatais. Jogo foi ruim, sem muitas oportunidades para os dois lados. A alta temperatura de Bebedouro dificultou a produção dos atletas, mas não é o motivo da derrota por 1 a 0.
  Melhor em campo, ou menos pior, a lusa criou alguns lances de perigo, que poderia se transformar em gol, caso o atacante Adílson fizesse jus a posição. Inadmissível o responsável por balançar as redes, perder o gol cara a cara com o goleiro adversário, dentro da área ainda com o placar de 0 a 0. Danilo, outro atacante, também perdeu uma grande chance.
  Fora isso, o destaque foi o goleiro Douglas, que não conseguiu salvar o gol de Diego Luís, mas salvou o time de tomar um segundo gol no final. Éverton e Vinicius conseguiram dar conta do recado. Thiago Feltri teve boa atuação na defesa e ataque. O real problema que vem há tempos é a transição defesa, meio e ataque. A zaga não pode rebater a bola com chutão e devolver a posse de bola ao outro time. Os meias devem buscar mais o jogo e o Michel tem que explorar suas qualidades e não se empolgar e perder a posse de bola.
  A Portuguesa deve sempre buscar a vitória, porém conhecendo seus problemas e deficiências, tem que ser inteligente e somar pelo menos um ponto, principalmente fora de casa, onde encontra mais dificuldades. Essa partida não tinha pressão de torcida e era um dos motivos de um melhor resultado, já que há tempos os jogadores parecem que caiem na pressão e perdem a cabeça. 
  Vai ser complicado, entretanto há atletas para estrear em setores importantes. Restam 17 jogos e o time tem que melhorar, com ou sem esses outros atletas. Ficar próximo ao G-4 é fundamental para a briga e desenvolvimento da equipe, caso contrário ficará no mesmo nível técnico de agora. Vamos torcer por um bom jogo e bom resultado nos próximos jogos.

Próxima partida: sábado, 04, ás 19h00, contra o Velo Clube, em Rio Claro.  

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Ufa! Deu pro gasto. (1/19)

  Enfim voltamos ao Canindé. Jogo de estréia e aquela velha história: venceu mas não convenceu. Entretanto, um 0 a 0 quase certo, tornou - se 3 pontos na tabela.
  Portuguesa e Barretos fizeram um jogo truncado, faltoso e sem muitas oportunidades. O time rubro verde tem muito o que melhorar. Um problema continua no meio campo, sempre ausente para ajudar o ataque. Adilson e Danilinho, lutaram muito, dentro de suas capacidades, mas Bruno Xavier não os ajudou.
  Boa estréia de Thiago Feltri, apoiou no ataque, apesar de uns maus cruzamentos. Não atrapalhou na defesa. Ponto negativo para o zagueiro Vinícius. No meu ponto de vista, só dava chutão, sem nenhuma necessidade, e chegava atrasado nas jogadas. Sorte que ainda tem zagueiro para estrear.
  Outro ponto negativo foi o jovem Michel. Displicente, segurando muito a bola, quando tocava, era em espaço vazio ou para o adversário. Garoto tem qualidade e tem que melhorar para poder continuar na titularidade. Tarik começou mal, entretanto foi melhorando no decorrer do jogo. No ataque, Adilson foi pouco acionado, brigador mas sem muitas chances. Danilinho tentou, queria ser Neymar, só foi o Danilo, atrapalhou - se com a redonda.
  Tuca Guimarães brilhou em suas mudanças. Com a entrada de Brunão, com fôlego, já que o sol estava de rachar coco, o atacante, aos 49 minutos de cabeça, balançou às redes do clube interiorano. A insistência, após o adversário abdicar do ataque, deu resultado. 
Brunão comemorando o gol/Reprodução site Portuguesa

  Sempre bom vencer e somar 3 pontos, ainda mais quando o gol sai no último lance. A lusa sofre até o fim, porém não largamos o time. A jornada é longa e somente 4 classificam. Os mais de 2.500 torcedores presentes nesse domingo, devem voltar e continuar a apoiar. Os problemas existem e aos poucos estão sendo solucionados. Dentro de campo tem muito o que melhorar. Alexandre Barros estréia com vitória no profissional. Créditos a ele. Nas próximas partidas em casa, o público deve melhorar.

Próxima partida:
Batatais x Portuguesa, Quarta - feira, às 16:00 horas, em Bebedouros.
Obs: O Batatais foi punido com a perda do mando de jogo.