segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Não deixem a lusa acabar

  Muitos fãs de alguns filmes vão ao cinema assistir por várias vezes o mesmo longa metragem. O torcedor da Portuguesa está na mesma situação, há 15 rodadas acompanha a mesma ruindade do elenco, fruto da má gestão da diretoria atual e principalmente as anteriores. No final das contas quem paga é o pobre torcedor apaixonado pelo clube, e claro, a própria instituição que beira o seu fim com a queda à vista para a série D.
  Nem com o histórico de que na estréia de um novo técnico a vitória vem, a lusa conseguiu vencer nessa rodada. Os mais racionais dos lusitanos, torcia para uma derrota por poucos gols, já que pela frente tinha o líder Guarani em Campinas. Além de tudo, o saldo de gols pode ser um critério que mudará o destino luso na série C. Seu rival na briga contra o rebaixamento, o Macaé, tem um ponto e um gol a mais de saldo. A derrota veio por 1 a 0, foi de pouco mas a situação é de rebaixamento para os lados de Canindé.
  Faltando 3 rodadas, a diferença que parece pouca de 1 ponto para o Macaé, é enorme para uma equipe que não consegue no mínimo, criar jogadas de ataque. As melhores chances, quando acontecem, sempre ocorre nos trancos e barrancos ou por uma pixotada da zaga adversária. Sempre é um demérito do jogadores do outro time do que mérito luso. Nesse jogo, o técnico Márcio Ribeiro colocou 3 zagueiros. Por incrível que pareça, o gol sofrido foi de cabeça, marcado por Fumagalli de 1,77 m, em falha de Matheus e Augusto, que deixou a bola passar. Lamentável a situação defensiva, nem mesmo com tanta gente, consegue se segurar. Já diria o outro, quantidade não é qualidade.
  Dependendo de resultados negativos do Macaé e de suas forças para vencer, que parece ser o mais difícil, os próximos jogos definirão o que será a Portuguesa daqui para os anos seguintes. Não deixe a lusa morrer, não deixe a lusa acabar, imploram todos aqueles que sempre estiveram com o clube nos momentos que também foram ruins. mas não tanto como agora. Por anos na luta para classificar na série B, ou no Paulistão e sofrimentos em cada quase da Portuguesa, estávamos lá. Quem quiser, abandone agora a nau, pois pode acabar mas estarei lá para torcer e chorar, de alegria ou tristeza. 

sábado, 27 de agosto de 2016

Nada como um dia após o outro

Quem mais sente pela má fase da Portuguesa é o torcedor. Isso significa que ainda existe algo pelo clube. Nada melhor que um bom resultado, no caso a vitória, para continuar dando combustível para essa chama um pouco apagada.
Geralmente, em troca de treinador, a estréia vem com um resultado positivo por mais difícil que seja. É isso que a Lusa, precisa amanhã, domingo (28), às 19:30 contra o Guarani em Campinas. Márcio Ribeiro chega com o desafio maior de sua carreira, que é de manter a equipe rubro - verde na série C. Missão das mais difíceis.
O adversário direto na briga contra o rebaixamento, o Macaé, perdeu em casa. Então basta a Lusa vencer que saí do Z-2. Até parece fácil vencer o líder na casa deles, porém é o que deve ser feito. Não há mais desculpas, o momento é dentro de campo e bola na rede adversária. Aliás gol raramente está sendo a nosso favor, e quando é sempre estamos na desvantagem no placar, agora é vez de sair dessa desvantagem na tabela.
Nossa torcida para que o Pegorari seja intransponível daqui para frente, que a defesa ajude a manter o paredão atrás das linhas inimigas, o meio campo crie jogadas e o ataque transforme essas jogadas em gols e alegria dos lusitanos em todo o país. O brasão com o escudo e a cruz será o distintivo de Márcio Ribeiro a partir de agora, ele defende o vermelho o verde e o branco, esperamos boas novas nessa jornada e que 3 pontos sejam colocados a nosso favor.
Então torcedor, domingo às 19:30, se possível vá a Campinas, caso contrário fique ligadinho na TV torcendo e acompanhando mais essa partida da Portuguesa, nunca perca as esperanças, sempre tenha a racionalidade e exerça o amor pelo clube de coração.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Não volte ao lugar onde foi feliz!

   Para quem tem muitas vitórias, basta uma derrota para que caía o encanto. Assim termina a segunda passagem do técnico Jorginho, na Portuguesa. Para quem veio resolver o problema e arrumar a bagunça, acaba em festas e sem harmonia, apenas uma situação desfavorável ao clube e ao homem que já foi Rei no Canindé.
   Uma passagem para se esquecer. Em 2011, Jorginho fez a Lusa se classificar no Paulista, coisa que há anos não conseguia e foi o comandante da Barcelusa, com o título inédito da série B daquele ano. Claro que o fim foi trágico, com o rebaixamento no Paulista, porém o trabalho foi satisfatório. Dessa vez a situação foi bem diferente. O clube vive uma outra realidade, agora na série C. Quando chamado para assumir o cargo de técnico, o time soma 4 pontos em 4 jogos e tinha acabado de tomar uma goleada dentro de casa para o Botafogo - SP, 5 a 0. Além disso o time estava desacreditado, pois os jogadores eram considerados piores em comparação aos do ano passado. A diretoria não encontrou nome melhor para assumir esse desafio do que Jorginho.
   Logo na estréia, o resultado foi positivo ao ganhar fora de casa do Juventude. Ali a esperança de todos os torcedores inflamava e a classificação já se tornava um objetivo alcançável. Entretanto, mal sabiam nós que a história seria a mesma. Em 10 jogos, mais que um turno, o time venceu 2 jogos, em casa, empatou 1 e perdeu 7. Isso mesmo, 7 derrotas no total. Com 6 gols marcados e 12 gols durante seu comando. Além dos números negativos, a decepção maior foi que em todos os jogos a Lusa jogava atrás, com medo do jogo e do adversário. O número de gols marcados, por mais ruim que o time fosse, mostra que o ataque não era o objetivo. Para quem é lembrado por um time ofensivo, não custava em certos momentos, priorizar o ataque.
   Agora resta aos que ficam, tirar a Portuguesa desse drama. Aqueles que matam o clube e limpam as mãos, devem estar gostando, mas uma hora a coisa muda para eles. O problema que a Portuguesa não pode esperar, a hora é agora, caso contrário a situação será irreversível. Boa sorte ao Márcio Ribeiro, que faça de sua chance, uma oportunidade de crescimento para ambos.
 

sábado, 20 de agosto de 2016

Medalha de lata

Sempre foi difícil torcer para a Portuguesa! Isso todo lusitano sabe. Porém, desde o fim de 2013 as situação começou ir para um lado crítico.
96 anos, que parecem ser os últimos da Lusa. Nesses tempos foram 3 rebaixamentos. Queda livre é o termo correto. Se um dia os portugueses disseram: "Terra à vista!", hoje utilizam "Série D à vista".
Difícil ver e não poder fazer nada. Quando chega na fase em que não tem volta, o que se faz é esperar. A Portuguesa, parece que aceitou a situação em que se encontra. Os jogadores, comissão técnica e principalmente a diretoria, usam discurso de um futuro melhor, que sempre o hoje não foi bom, mas o amanhã vai melhorar. Esquecem que agora faltam apenas 4 jogos. Os pontos perdidos não se recuperam. Culpar a arbitragem, o ocorrido em 2013 e a ausência de dinheiro, já não são aceitáveis, pois em campo está uma bagunça.
Mais uma derrota. O placar de 2 a 1 para o Juventude, foi pouco. As oportunidades sempre eram dos visitantes. A Lusa, na bola parada, encontrou um belo gol. Assim como no jogo passado, Denner marcou de falta, e também se repetiu, dois gols em falha defensiva. Não pode um time na situação em que está, deixar o adversário chegar com homens livre na área, sem ter um combate direto. A marcação é apenas de vista. Isso mostra que quantidade não é qualidade. A Portuguesa, tinha vários jogadores no redor da área em ambos os gols, entretanto sua defesa mal posicionada, permite a penetração adversária.
Assim como a Lusa achou um gol nesse jogo, vai precisar encontrar uma vitória no restante da competição, para que talvez, se salve do rebaixamento.

Verde encarnada, que é a luz da tua jornada

Hoje, mais do que nunca, o apoio é essencial para o progresso da Lusa. Às vezes, o diferencial para alguém ter sucesso na vida, é o incentivo de outras pessoas que estão ao seu redor, então torcedor luso, não há chuva que tire o caminho ao Canindé.
Faltando apenas 5 jogos para o fim do Campeonato Brasileiro da série C, a Portuguesa ocupa a 8ª posição com 11 pontos, mesmos pontos que o 9º colocado, Macaé. A situação é tão difícil que estamos na frente devido ao saldo de gols, menos pior que ao do time do Rio, -9 contra - 10. A dificuldade de se defender e marcar gols é notória, marcamos 9 gols e eles 11.
Um dos grandes motivos de estarmos nessa situação é o confronto direto. Das duas equipes que estão atrás da rubro verde, Macaé e Guaratinguetá, o time não venceu nenhuma, muito pelo contrário em 3 jogos, dois contra os cariocas e um contra a Garça, perdemos todas. Seriam nove pontos cruciais na campanha contra o rebaixamento e quem sabe na briga pelo acesso. Esses pontos nos colocariam apenas um pontos de diferença do Ypiranga, quarto colocado.
Vamos viver a realidade. Nesse sábado, enfrentamos o Juventude que está em quinto lugar, só não está no G-4 pelos critérios de desempate. No jogo do turno, o resultado, surpreendentemente, foi positivo em Caxias. Os dois gols de jogada de escanteio, trouxeram uma das três vitórias até aqui. Na época, o time gaúcho estava em má fase, também rondava a zona de rebaixamento, porém conseguiu se recuperar, algo que devíamos ter feito, e chegar as primeiras posições.
Partida será difícil, como sempre para a lusa, mas o momento de crise deve ser superado com o pouco de bom que temos no elenco, tecnicamente e na vontade de ganhar, isso passa em atacar e fazer gols, jogando com toda consciência. Do torcedor, espero um apoio que faça uma diferença à equipe. Toda vibração positiva é bem vinda e pode fazer desfrutar um bom futebol e consequentemente uma vitória da Portuguesa no dia de hoje.
Depois de hoje, ainda teremos 4 jogos decisivos contra Guarani em Campinas, Boa Esporte e Guaratinguetá no Canindé e para encerrar, o Tombense em Minas. Todos os adversários no momento, estão brigando pelo acesso, exceção para o Guaratinguetá que está virtualmente rebaixado. O Guarani tem sua vaga praticamente garantida na próxima fase, mas não é por isso que vai perder em casa. Na última rodada o Tombense pode estar com sua vida definida, podendo ser um divisor de águas.
O Macaé, nosso adversário direto contra o rebaixamento, enfrenta o Mogi Mirim fora, depois Ypiranga em casa, Guaratinguetá fora, Juventude em Caxias e por último o Botafogo, em Macaé. Assim como a lusa, 5 dos 4 confrontos são contra equipes que brigam pelo acesso, em que todos estão com sua vaga em aberto, sem definição, porém na última rodada pode ser que o time de Ribeirão esteja classificado e o jogo será em Macaé.
Serão dias difíceis para os torcedores, aguenta coração, pois cada jogo será uma guerra quase interminável, tomara que quando acabe, o nosso exército saia com ferimentos de um vencedor.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Nova derrota para história antiga

Sozinho! Esse é o sentimento do torcedor luso nesse crítico momento da história da Portuguesa. Parece que as "festividades" dos 96 anos, não foi um motivo maior para trazer um resultado positivo, ontem em Ribeirão Preto.
Tentando não sofrer um novo golpe, como sofreu no primeiro turno, a Portuguesa foi ao interior enfrentar o Botafogo. Tentando esquecer a humilhante derrota por 5 a 0, no Canindé, o time tentava um beliscar um empate, pois a situação real na tabela está complicada. Mais uma vez os erros defensivos apareceram e mais uma derrota aconteceu, dessa vez por 2 a 1. Augusto coitado, sempre sozinho e parece perdido em campo.
No primeiro gol sofrido, Douglas, o lateral, não conseguiu segurar o atacante adversário Diogo Campos, que chegou dentro da área, na tentativa de finalização a bola deu rebote e tocou para Tiago Marques que sozinho, sem a marcação do perdido Augusto, abriu o placar no início do jogo e já mostrava o que seria a partida. Ainda no primeiro tempo, algumas jogadas aéreas, sem sucesso, foram as únicas que "assustaram" o goleiro da pantera.

O segundo gol foi personificação da bagunça. Em troca de passes no meio campo, o Bota conseguiu em uma bola lançada, sair com dois jogadores contra um luso, não deu outra, 2 a 0 para eles. Zotti foi o autor do gol, ainda poderia ter esperado, tocado, amarrado o cadarço, que apenas o Augusto chegaria na marcação e bem depois o Douglas. Para um time que está na fase que está, precisando  de pontos, jogar fora de casa e deixar a defesa aberta e cometer suicídio. 
No jogo passado, pedi que fossem para o ataque, mas de forma no minimo organizada, com meio campo presente e defesa bem posta, porém a impressão que o navio não tem escapatória, está afundando e nada pode evitar. Para ver que a série C não é muito difícil, se tivéssemos feito o básico, que era ganhar do Guaratinguetá e Macaé, estaríamos brigando pelo G-4, com 17 pontos, 3 a menos que o terceiro colocado. Outra prova disso é que mesmo perdendo, subimos de posição, pois o Macaé tomou uma goleada e está com pior saldo de gols, -10 contra - 9. A fase está ruim que o saldo de gols é o que tira da zona de rebaixamento.
Oremos, a próxima partida é contra o Juventude, sábado (20) 15 horas. Faltam 5 jogos, além dos gaúchos, temos o Guarani em Campinas, Boa Esporte e Guaratinguetá no Canindé e para fechar o sofrimento, o Tombense em Minas Gerais.

domingo, 7 de agosto de 2016

96, o número que relembra momento bom na Lusa!

   14 de Agosto de 1920, data em que nasceu um grande amor das nossas vidas, que hoje chega aos 96 anos. Associação Portuguesa de Desportos, a Portuguesa, também conhecida como Lusa veneno, namoradinha do Brasil e etc.
   Assim como todo ente querido, comemoramos o seu aniversário lusa. Como um ente querido nessa idade, sua situação está difícil, respiramos por aparelhos, estamos no vermelho, sem expectativa de vida, só se surgir uma fonte da juventude ou de dinheiro para sair desse triste situação. Somos uma nação amargurada, que tem medo de ir a própria casa. Canindé querido, simpático, com seu bolinho de bacalhau. Lugares e comidas tradicionais, e mais tradicional que isso só a Portuguesa, que um dia já foi gigante, pário para os outros grandes clubes, celeiro de craques, jogadores de seleção.
   Um dos grandes clubes da história do futebol, e hoje é só isso, história. Os últimos capítulos rubro - verde é de lamentação, depois de ganhar o maior título do clube, a série B da Barcelusa, chegamos a série C, lugar nunca antes explorado. De 2011 fica a lembrança do momento de auge, e nos últimos dias o goleiro Weverton, foi convocado para a seleção olímpica, saudades de ter jogador nesse nível.
   A realidade entristece os lusitanos, principalmente que viram grandes momentos, nas principais competições nacionais e grandes jogadores com o manto lusitano. Como não lembrar de Denner, Djalma Santos, Júlio Botelho e Rodrigo Fabri. Refresque sua mente e volte em 1996, com o vice campeonato brasileiro contra o Grêmio. Por muito pouco não erguemos a taça.
   São muitos os momentos bons, que infelizmente não voltam mais. Mais infelizmente ainda, e nessa época boa não ter erguido uma grande taça, quem sabe poderíamos estar em situação diferente nos dias de hoje.
   Quero que seja respeitado o Hino da Portuguesa, principalmente na parte em que diz:
"Que tu és grande, ó Portuguesa" ou na parte que dá nome ao blog "Vamos a luta, ó campeões"
O Vermelho, o Verde e o Branco são as cores da nossa paixão, canto pelo meu amor, minha razão de perder a voz. Portuguesa em campo, meu coração continua pulsando amor.

Tem que ir para cima, Lusa!

   Os problemas do clube são enormes, não parecem ter fim, pelo contrário, aumentam a cada dia. Falta jogadores, os que estão no elenco enxuto, são de qualidade técnica baixíssima. Com tudo isso, mais uma derrota na série C, desta vez contra o Ypiranga, no Rio Grande do Sul.
   Desta vez, além de tudo que envolve a atmosfera do clube, o técnico Jorginho foi mal, mas muito mal. O jogo, nos poucos momentos que foi favorável para a Lusa, deu para notar que era só atacar, pois o adversário também está em uma má fase. O medo de perder, tirou a vontade e chance enorme de ganhar. Colocar tantos volantes, com um ataque lento, sacrificando Bruno Mineiro, parece suicídio, e a Portuguesa está se matando a cada jogo. Sorte que o Guaratinguetá anda muito mal e já garantiu uma vaga para o descenso.
   Voltamos para a zona de rebaixamento, pelo saldo de gols, aliás somos o pior ataque da competição, atrás até do Guará. Não temos um time guerreiro, mão na cintura em lances capitais, os resultados alternados de empate, derrota e às vezes uma vitória, parece normal para os jogadores, que já demonstram acomodação nessa situação. Nessa rodada, o lateral Dener, que parecia vir para salvar uma lateral, está pior do que estavam, não sobe em bola para dividir, deixa que os adversários deitem e rolem nas suas costas. Jorginho está demorando demais para arrumar essa equipe, sempre com uma desculpa, a última foi o gramado. Vamos lembrar que é Campeonato Brasileiro da série C, é óbvio que gramado ruim, vestiário horríveis e algo mais irão aparecer, o nível é este. Chamar o Ypiranga para o ataque, é claro que uma hora a bola entra, o mérito de marcar o gol foi dos gaúchos ou não pois o goleiro Pegorari falhou, porém temos maiores méritos em  não jogar e deixar jogar.
Jorginho, joga para frente!
   Desculpas, desde a presidência até a comissão técnica vão aparecendo. Estamos sem força, sem vontade. Os jogadores podem dizer que tem vontade, mas a vontade de vencer, aquela vontade que só existe no psicológico não adianta. Cadê a vergonha na cara de todos e evoluir. A Portuguesa nunca irá conseguir sair dessa situação, jogando para não perder, a bola tem que ir para frente.
   Sinceramente torcedor, não crie expectativas para o próximo jogo, pois o confronto é contra o Botafogo em Ribeirão, time que no Canindé goleou a lusa por 5 a 0. Um empate será para comemorar com fogos de artificio.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Uma vitória só não faz um campeão!

Uma vitória que aliviou a alma de torcedor lusitano. Um triunfo que a Portuguesa precisava, almejava, necessitava e conseguiu depois de muito tempo.
A partida contra o Mogi Mirim, a qual pude acompanhar no Canindé, foi com muita raça dos jogadores. Essa raça foi clara no lance em que resultou no pênalti para a Lusa. Um jogada de linha de fundo, duas finalizações e nada da bola entrar, até que na terceira o zagueiro colocou a mão na bola. Pênalti que Bruno Mineiro bateu, e bateu com muita categoria, cavadinha para tirar mais o fôlego do torcedor. Aliás tinha que ser dele. O homem de referência no ataque e do elenco.
Na partida em um todo, ficou claro que falta meio-campo no time, pois todas as bolas eram lançadas da defesa, a zaga do Mogi rebatia e ficava com o rebote. O lateral Denner mostrou mais lucidez. Jorginho consertou o erro de deixar o habilidoso Léo no banco. Quando entrou, mostrou uma melhor dentre todos, porém precisa saber soltar a bola antes de perder.
Os problemas do clube continuam. O time está se ajeitando, mesmo que tarde, mas está. Os poucos mais de 1000 torcedores que compareceram, sabem que ainda falta muito, e a briga continua em não ser rebaixada, os pés devem continuar no chão.