quinta-feira, 30 de março de 2017

Desde 2015

  Dentro das limitações e dificuldades, a Portuguesa soma seus pontos dentro de casa. Dentro de tanta ruindade, problemas e decepções, esquecemos de um fato positivo; a Portuguesa está fazendo de sua casa uma arma mortal.
  Foram 5 jogos no Canindé pela série A2 e 5 vitórias. Nesse meio, ocorreu a derrota na Copa do Brasil, 2 a 1 para o Boa Vista. O retrospecto  poderia ajudar o time a chegar mais longe na tabela, já que duas partidas, com mando da Lusa, foram em outros estádios. 3 a 2 em São Caetano do Sul, contra o Mogi Mirim, e a derrota por 2 a 1 diante o Votuporanguense, em Osasco.
  Sabe qual foi a última vez que a Lusa conquistou 4 vitórias seguidas ou mais dentro de seu estádio? Em 2015, na série C, sob comando do mesmo técnico atual. Naquela época, o time engatou a quinta marcha e se classificou para o mata - mata da competição. Um time que se preze, tem a obrigação de fazer a sua casa, um local indesejado aos rivais. Assim como sofremos fora do nosso quintal, pois ainda não vencemos como visitantes.
  


  O Penapolense foi a última vítima. Quando todos já aceitavam o empate, na raça, Leandro Domingues marcou o gol da vitória, ao 46 do segundo tempo. Aliás, o terceiro triunfo em casa com gol no final. Antes da vitória por 2 a 1 ao apagar das luzes, as mesmas reclamações ao jogadores continuavam. Luizinho lutou muito na jogada do segundo gol, entretanto, segue jogando aquilo que sabe, ou seja, pouquíssimo. Após a partida, o atleta disse não concordar com as vaias da torcida, pois não entendem a luta do time. Realmente, não entendemos esse desserviço ao futebol de alguns. Muita ruindade.
  Na mesma onda, Estevam Soares disse ao retornar do intervalo, ainda com 0 a 0 no placar, que a equipe jogou bem, do mesmo jeito que nas outras partidas na qual comandou. Os poucos que acompanharam o duelo, sabem a qualidade da primeira etapa. Provavelmente somos muito negativos. Provavelmente. Espero melhor futebol, no qual possa vencer fora como em casa. Esses gols achados, devido não haver jogada trabalhada, sempre são a saída para quem tem inferioridade coletiva. Desse jeito, o futuro será desastroso, ou melhor, já está sendo. Pelo menos podemos comemorar a conquista dos 3 pontos. Querendo ou não, somamos 9 pontos dos últimos 12 disputados. Viva a vitória, que salvou os xingamentos que durariam até sábado. Falta pouco para dizer: Adeus, rebaixamento.

domingo, 26 de março de 2017

Pelo menos venceu

  Fazendo valer o mando de jogo a Portuguesa venceu a quinta no campeonato. O placar magro de 1 a 0, foi essencial na briga contra o rebaixamento. Em campo, as certezas de deficiência técnica continuam.
  Diante do lanterna União Barbarense, a Lusa não agradou, principalmente no primeiro tempo. O gol do zagueiro Vinícius, salvou a tarde. Começando com o time que considera o titular, Estevam Soares manteve um esquema com o freio de mão puxado. A falta de movimentação no meio campo, somada a ruindade de Luizinho e o argentino Bustos, não deixaram o time criar oportunidades.
  Precisando vencer, o segundo tempo teve em campo, Adilson e Brunão, além de Bruno Xavier, no lugar do argentino. Isso fez ter mais força ofensiva. Até que em um escanteio, o gol saiu. Com a vantagem, algumas chances de gols surgiram, mas os pseudo jogadores, não marcavam. Sorte que do outro lado, a ruindade é igual. Se no jogo passado o técnico estragou a equipe, dessa vez mudou para ganhar e assim aconteceu. Ufa, vencemos!


  Triste de ver, porém é algo recorrente, o público decepcionou. Era de se esperar, devido aos resultados e campanhas nos últimos anos. 1.040 pessoas foram ao Canindé. Pouco para uma partida às 16:00 horas. Os poucos que compareceram, tiveram a chance de falar com o presidente Alexandre Barros, antes do início. Muitas coisas foram ditas, como por exemplo, a passagem de Leandro Domingues. O jogador sairá no final do paulista. Momento em que fará uma mudança no elenco, preparando para a série D e Copa Paulista. Vamos aguardar o brasileiro.
  Sabemos das dificuldades financeiras, mas isso, não justifica a péssima qualidade. Os "profissionais", erram passes de poucos metros, sem marcação do adversário. O treineiro bom aparece nesses momentos, quando faz um bando de atletas, em uma equipe competitiva. Há tempos, não tem jogadas ensaiadas. O gol de escanteio foi mais sorte do que treino. A bola parada é a mesma coisa que devolver ao outro time. São esses detalhes que precisam ser melhorados para a série D.
  Restando 6 rodadas para o fim da Série A2, o objetivo, sem dúvidas, é permanecer nessa divisão. A vitória de hoje, foi muito importante para a tabela, já que esses pontos salvam um time do descenso. Espero que Estavam Soares não continue com Mateo Bustos como titular. Bruno Xavier mostrou muito mais espírito de jogo e qualidade. Contra o Penapolense, equipe da ponta, todo o cuidado deve ser tomado. As oportunidades de gols, que são poucas, devem ser convertidas em gol. Difícil pedir gol, para o terceiro pior ataque da competição. Sorte que será em casa.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Nova derrota e velha história

  Mais uma vez a derrota veio fora de casa. Essa pode por na conta do técnico Estevam Soares. Substituições pra lá de erradas. Agora é torcer contra o rebaixamento.
  Na tarde dessa quinta - feira, na rua Javari, viu - se uma Portuguesa desfocada. Ao contrário do último jogo, os jogadores estavam perdidos, e por isso, logo no primeiro minuto, o Juventus abriu o placar. Bola perdida pelo lateral Amaral, acabou cuminando no 1 a 0. Depois do gol, ainda havia muitos erros de passe por ruindade e distração. A marcação não ia ao combate, apenas cercava. A partir dos 15 minutos, a Lusa começou a reagir, mas sem chutar ao gol. Com bolas na área e escanteios, a pressão foi iniciada. Até que Leandro Domingues empatou, após pegar a sobra. Ainda o autor do empate bateu uma falta, que foi muito bem defendida pelo goleiro.
  Segundo tempo começou morno, mas o time da casa tratou de mudar isso. Foi ao ataque, com jogadas trabalhadas e boa troca de passes, algo bem diferente do time do Canindé. Quando era preciso, Luizinho e Bustos não correspondiam. Muito ruins, principalmente o argentino. Sobre a qualidade técnica, já sabemos a situação, porém o Estevam tratou de piorar com sua mudanças. Colocou Ricco no lugar de Bruno Silva, mudança aceitável. Entretanto, na segunda alteração, deu a vitória ao adversário. Tirou o zagueiro Basualdo e pôs Tárik, e recuou o Sandro Silva, que não serve para a zaga. Não deu outra, logo após a substituição saiu o gol do mandante. Sem reação, mesmo com a entrada do Adilson, o terceiro aconteceu, nas costas do lateral. Etapa final para ser esquecida. 3 a 1 e fora o olé.
  Sem chances reais de classificação, resta escapar do descenso e aproveitar para separar os que ficam até a série D. Não​ vejo o atual técnico ruim. Errou feio, mas tem chance de melhorar a equipe. Por parte dos jogadores, acredito que treinam sem a redonda. É muita displicência para os chamados "profissionais". O coletivo é o único jeito de salvar esse time. A parte individual é horrorosa, salva - se Leandro Domingues. É difícil, mas vamos continuar torcendo.

terça-feira, 21 de março de 2017

Após um ano, Lusa vence de virada

  Há tempos que não havia uma virada rubro verde. O poder de reação está difícil de acontecer, mas aconteceu. Após um ano, para ser mais exato, desde o dia 07/03/2016, quando virou para 3 a 2 contra o Independente de Limeira, a Portuguesa não conseguia reverter um placar adverso. 2 a 1 e vitória sofrida.
  Contra o bom time do Rio Claro, que está entre os primeiros em busca da classificação e fez a final de série A2 em 2013 contra nós, a Lusa sofreu mas venceu. Os erros e defeitos continuam, a diferença de antes foi a estréia do meia Leandro Domingues. Dando lucidez ao time, que não pensava, chegou para mostrar trabalho. Sofreu o pênalti, dando o empate através de Bruno Silva, e marcou o gol da virada. Além das vitória, parece que chegou o cara do meio campo.

  Ainda falta muitas melhorias. Os velhos vícios, como a ligação direta, continuam como única forma de propor jogo. Vencer o time que ainda não havia perdido, dá uma grande moral. Entretanto, apesar de um bom primeiro tempo, indo ao ataque, o segundo mostrou um retranca. Estevam Soares, técnico luso, disse ao fim da partida que foi ótima a etapa final. Discordo. Jogar na defesa, por mais que do outro lado havia entrosamento e mais força técnica, não justifica quase entregar o triunfo por medo. O zagueiro Vinícius salvou por duas vezes em cima da linha, o empate rio-clarense. Sorte para os lusitanos o fim de jogo com vitória.
  Para o próximo confronto, não estarão disponíveis Thiago Feltri, suspenso pelo terceiro amarelo, e Everton​, após expulsão por matar contra ataque. Dinho deve ser improvisado na defesa. Rômulo deve substituir Feltri. Haja paciência. Que venha o clássico contra o Juventus. Hora de emendar um segundo bom resultado e escapar do rebaixamento. Classificação é muito difícil. Vamos curtir o placar e dançar o vira com Roberto Leal.
 

domingo, 12 de março de 2017

Previsão de mais tempestade

  Uma onda de ar frio veio de longe e fez fechar o tempo na região do Pari em São Paulo. Depois de anos de tempo aberto, com sol e poucas nuvens, agora o clima é frio e de temporais. Mesmo com o aviso dos especialistas e torcedores, nada foi feito para em um momento desse ser menos doloroso. Um furacão - leia presidentes e seus seguidores -  passou e só deixou estragos ao redor. Agora quem paga conta é o clube, pois é o patrimônio valioso.
  Já são 5 derrotas seguidas. Sendo 4 no paulista da A2 e uma na Copa do Brasil. Dessa vez, o revés foi contra o Bragantino, fora de casa. Todos esses jogos, o time não jogou nada. As dificuldades técnicas não são superadas mais pela vontade. Não existe trabalho coletivo. A realidade no Canindé é a de outros times. A diferença que em outras equipes, há a humildade de se colocar em seu lugar e jogar de acordo como o campeonato pede. O elenco precisa da passagem de um furacão para acordar no campeonato.
  Em mais um ano, o trabalho será fugir do rebaixamento. Agora a boca do lobo está embaixo do pé. O cheiro de A3 está forte. Passadas 10 rodadas, o clube soma 10 pontos na tabela. Uma campanha fraca. Ao lado do lanterna União Barbarense, o ataque luso é o pior da competição, com 6 gols. Ironia que o objetivo desse esporte é fazer gol, e há dois anos, a coisa mais difícil e ter um ataque considerável. Enumeramos os problemas, pois fica claro o que está errado. Futebol, obviamente, funciona com dinheiro. Só os bons conseguem mostrar desempenhos de alta qualidade, sem verba. Desenvolver um trabalho em pouco tempo, com pressão e sem chance de erros, é um dom que está difícil encontrar.
  Aquele torcedor que ama a Portuguesa, fica na esperança de dias melhores, devido ao seu amos. Quando a razão supera a emoção, o desespero toma conta e desanima quem pode mudar esse destino. As nuvens escuras que chegaram às margens do Tietê, continuam escurecendo o futuro rubro verde. Estamos em março, mas a expectativa permanece a do ano passado. Salvar - se de uma queda, aliás, algo que se tornou constante. Uma coisa e lutar para permanecer na primeira divisão do Brasileirão, outra e na série A2 do paulistão. Decadência sem volta, medo do fim, que será uma grande perda ao futebol. Não podemos esquecer da série D, chance de algo melhor e uma reviravolta - coisa muito difícil de ocorrer - para o bem da Portuguesa de Desportos.

sábado, 4 de março de 2017

Tá na hora de mudar

  Ficou claro que muita coisa não mudou. Além dos péssimos resultados, os problemas internos continuam assombrando os corredores do Canindé. As dificuldades financeiras e técnicas não conseguem mais salvar e desculpar nenhum da cúpula lusa. Mais uma vez o torcedor se pergunta: Até quando vamos continuar a ser humilhados?
  Dentro de campo a Portuguesa é uma bagunça perdida. O treinador consegue comandar apenas a bagunça, não muda para algo melhor. Vendo a partida na TV e ouvindo na Web Rádio Lusa, concordei com aqueles que transmitiam na rádio. Guilherme Assumpção, Gomão Ribeiro e o Professor Antônio Quintal observaram um detalhe importante sobre o comando técnico: não há coerência e sequência com um time. Sempre que um atleta joga mal, fica no banco ou não é relacionado para o jogo. Assim que se perde o grupo. O jogador não tem a confiança para jogar por medo de errar e cair fora. Na última partida, contra o Votuporanguense, Bruno Xavier foi titular, depois dando lugar ao Luizinho - aliás um erro, pois deveria ter sido ao contrário - agora contra o Capivariano, foi o inverso.

  Mais uma derrota, dessa vez contra o Capivariano. Uma partida ganha, com pênalti perdido e tudo. O caminho estava fácil para mais 3 pontos, a primeira vitória como visitante. Ao final, viu-se o placar adverso. Perdemos para um time medíocre, cansado e pior que o nosso. Adilson perdeu uma penalidade, mas não foi o vilão, pois tenta e tem pouca oportunidades com bola rolando. Tuca Guimarães esperou tomar o gol para mudar. Quando foi mexer, saiu feito louco, chamando esse e aquele. Rico estreou, dando uma certa lucidez ao time, uma coisa que não havia, devido começar o jogo com 3 volantes e o cara da armação era o Michel. Nos momentos de pressão da Lusa, faltou pouco para a bola entrar, mas falta competência de uns e seriedade do Michel, que quando acordou, botou a bola no travessão.
  A classificação na série A2 ficou bem mais distante. O fantasma do rebaixamento volta ao convívio lusitano. O momento é de olhar onde pisa e não para onde subir. A tabela não será generosa, com partidas contra os ponteiro, como o Bragantino e Guarani fora de casa, e os fortes São Caetano e Rio Claro como mandante. Caminhada dolorosa até o fim da primeira fase.
  Sou a favor na saída do Tuca, entretanto, com um substituto que justifique sua vinda, com bons trabalhos, mesmo não sendo tão conhecido. Sabendo trabalhar, será reconhecido pela Portuguesa e sua nação. Alexandre Barros, por favor, não tire a esperança em um futuro melhor em dois meses de gestão. É claro que está no começo de seu mandato, mas o destino da Lusa depende muito de 2017. Voltar para a série C é muito importante, para a auto - estima do clube e do torcedor. Profissionalize o futebol, dê melhorias a base, tirando - a totalmente das mãos dos empresários. Melhor fazer um bom jogador em casa, do que correr atrás de perna de pau e gastar milhões. Leão já caiu fora e deu seus bons motivos. Fico pensando, se um cara profissional como o Émerson Leão saiu fora, imagina o que irá ficar no Canindé?!

quinta-feira, 2 de março de 2017

2017 com cara de 2016

  Mais uma vez gol no último minuto. Brunão balançou as redes aos 45 minutos do segundo tempo, depois de um jogo sofrido. Parece que o filme se repetiu, como em outras partidas, mas dessa vez a diferença foi que o placar já estava 2 a 0 contra.
  Ninguém foi perdoado. Os poucos torcedores que foram até Osasco acompanhar a Lusa, protestaram contra o time e o presidente. A apatia da maioria dos jogadores, a falta de qualidade nos fundamentos e o placar reverso, foi a única coisa que se viu na noite de ontem. Aliás, alguns problemas não eram novidades. As vitórias foram maquiando e deixando de mostrar a realidade da equipe, que sofre muito por suas deficiências.
  O técnico Tuca Guimarães precisa mostrar trabalho. Seu histórico de rebaixamentos está amedrontando os lusitanos. Ele foi o responsável por montar o time. Que no meu modo de ver foi um erro. Fez como Luxemburgo fazia em alguns times, trouxe os chamados "jogadores de confiança" com os quais já trabalhou. Nenhum veio com justificativa razoável para ser atleta luso. Quem trabalha com futebol, precisa ver muito futebol. Há um mar de campeonatos pelo país. Será que não se consegue encontrar e trazer bons atletas? Ficar trazendo refugo, olhando o passado do jogador, com a justificativa que já passou por um grande não é planejamento. Para um time de série A2, basta ir atrás de jogadores nesse nível de competição e continuar assim para a série D. 

  Em 8 rodadas, a Portuguesa marcou 6 gols. Nenhum como visitante. Vamos relembrar:
Portuguesa 1x0 Barretos, gol do Brunão de cabeça, após cruzamento.
Mesmo placar e mesma jogada frente ao Sertãozinho, só mudou o autor do tento, nessa Adilson balançou.
3 a 2 contra o Mogi Mirim. Luizinho acertou dois balaços e deu assistência para Adilson marcar na saída do goleiro.
Por último, a derrota contra o Votuporanguense, por 2 a 1. Por incrível que pareça, no meio dessa derrota, o gol mais simples e com toque de bola. Dinho roubou a bola no meio, veio carregando, soltou para Adilson, que viu Brunão sozinho, para marcar o gol.
Relembro isso, pois a Portuguesa agride pouco. É um time monótono, só na base do chutão. Os zagueiros sempre somem com a redonda. Não há uma simples triangulação, o toca e passa básico desse esporte. O lateral direito Bruno Santos, se assim posso o chamar, fica preso na defesa, mas não sabe defender. Toma um baile em todos os jogos. Não foi diferente nesse último. O primeiro gol nasceu de um lance no lado esquerdo da defesa lusa, onde o adversário passou por dois, virou o jogo para Nathan, que dançou pra lá e pra cá e fez o primeiro. Não vamos nem citar o segundo gol, basta o que vimos.
  É Alexandre Barros, a paciência está acabando até para você. A falta de dinheiro não mais minimiza os erros do time. Esse elenco pode mostrar mais que isso, pois são profissionais, ou não são? Quem tem dinheiro faz feijoada, quem não tem coloca mais água no feijão, e no final sempre tem comida. Praticamente, metade do torneio já se foi. Poucos acreditam na classificação. Pelo contrário, olham para a parte inferior da tabela. Para cair é fácil, seis vão para degola. Está mais que na hora de mudanças precisas. Que mude o técnico, entretanto, tragam outro rapidamente e com histórico atual justificando sua vinda. Precisamos de zagueiro, só temos dois, se um não está disponível, Dinho é recuado. Isso tem que ser arrumado o quanto antes. Cada ano que se passa e sempre ouço: " Esse é o pior time da história da Portuguesa". Pior que o ano só está começando.