A pouco menos de um mês de chegar aos 96 anos de história, a Portuguesa parece que vai ficar apenas na História do futebol. A situação do clube em um todo é precária.
Nesses anos no futebol, a lusa sempre foi vista como time com azar. Hoje sabemos que o prevalece é a incompetência, porém se fosse apenas isso, ainda estaríamos melhor. Nas últimas trocas na presidência e seu comandados da diretoria, tínhamos a expectativa de melhoras, os discursos animavam, os projetos a longo prazo pareciam profissionais, mas quem sabe da situação do clube internamente, tem a ciência que nada disso está sendo colocado em prática. Como diria a música: "Palavras, apenas palavras, apenas palavras..." Apenas as palavras estão sendo ditas, assim como fosse consolar um parente de um falecido, consola mas não resolve.
É claro que os resultados em campo refletem a situação da instituição, e cada resultado negativo aumenta a pressão, a desconfiança de seus torcedores, e causando desânimo dos funcionários em desempenhar seu respectivos trabalhos. Contamos muito dos jogadores, e temos mesmos, somos torcedores do clube, entretanto parando para pensar, a culpa maior não é daquele jogador com um grau alto de deficiência técnica, mas sim daquele que contrata. A competência em trabalhar no futebol não é contratar apenas as estrelas, mas sim garimpar e localizar jogadores com qualidade e potencial para ajudar o clube.
A briga daqueles que podem pegar o poder da Portuguesa, parece ser a briga para ver quem vai ser o último do clube. Se você percebeu, em nenhum momento foi falado sobre o jogo e o péssimo resultado do último confronto, então é por isso que, independente dos próximos resultados, temos que lutar por uma melhora na gestão para que nunca mais sejamos obrigados a passar por isso novamente.
Sábado, dia 30, é o momento para comparecer, torcer e pressionar para a melhora da lusa. Assim como na política pública acontece manifestação para um avanço, na da Portuguesa já está mais do que na hora do torcedor ser mais presente na gestão do patrimônio.
domingo, 24 de julho de 2016
Quem não tem dinheiro conta história!
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